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Meloni condena massacre em escola no Irã, mas evita apontar culpados

'É preciso que a responsabilidade por essa tragédia seja apurada', disse

11 mar 2026 - 07h48
(atualizado às 08h48)
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A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, condenou nesta quarta-feira (11) o ataque com mísseis que atingiu uma escola no sul do Irã no primeiro dia da guerra no Oriente Médio, porém evitou apontar culpados pelo massacre.

Funeral de vítimas de ataque em escola em Minab, no sul do Irã
Funeral de vítimas de ataque em escola em Minab, no sul do Irã
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Em audiência no Senado italiano, a líder de direita expressou "firme condenação do massacre de meninas em um colégio de Minab", em 28 de fevereiro, e ofereceu solidariedade às famílias das "jovens vítimas".

O ataque destruiu uma escola primária feminina na província de Hormozgan, matando entre 165 e 180 pessoas, a maioria crianças, segundo a imprensa iraniana.

"É preciso que a responsabilidade por essa tragédia seja apurada", declarou Meloni, enfatizando que "a incolumidade de civis e crianças deve ser preservada".

As falas da premiê sobre o massacre de Minab foram o único momento de seu discurso de 45 minutos que recebeu aplausos tanto da base governista quanto das bancadas de oposição.

O Irã acusa EUA e Israel de serem responsáveis pelo ataque à escola. Já o presidente americano, Donald Trump, culpou Teerã, enquanto Tel Aviv negou qualquer envolvimento.

Múltiplas reportagens publicadas pela imprensa internacional apontam que o colégio teria sido atingido por um míssil Tomahawk, que integra o arsenal das Forças Armadas americanas, durante um bombardeio a instalações da Guarda Revolucionária nos arredores.

Ansa - Brasil
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