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Médico: passageiros do AF 447 morreram de politraumatismo

23 jun 2009 - 14h26
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O médico José Calvo, da empresa Atendimento Especial ao Esquife (Aespe), afirmou que a perícia médica determinou como politraumatismo a causa da morte de pelo menos duas vítimas da queda do Airbus AF 447, da Air France. A Aespe foi contratada para preparar os corpos para translado e pelos tramites legais necessários para o transporte dentro do Brasil e para o exterior.

Barco da Marinha reboca peça da aeronave
Barco da Marinha reboca peça da aeronave
Foto: Força Aérea Brasileira / Divulgação

Segundo Calvo, a causa da morte está nas duas certidões de óbito das vítimas. O médico, contudo, afirmou que não atua na perícia dos corpos e que este trabalho é responsabilidade do IML.

O médico também afirmou que a atuação do instituto é muito boa. "(O trabalho do IML) é tecnicamente perfeito, não consigo identificar erros".

O acidente

O Airbus A330 saiu do Rio de Janeiro no domingo (31), às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília).

De acordo com nota divulgada pela FAB, às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio com o Centro de Controle de Área Atlântico (Cindacta III). O comandante informou que, às 23h20, ingressaria no espaço aéreo de Dakar, no Senegal.

Às 22h48 (horário de Brasília) a aeronave saiu da cobertura radar do Cindacta, segundo a FAB. Antes disso, no entanto, a aeronave voava normalmente a 35 mil pés (11 km) de altitude.

A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). A equipe de resgate da FAB foi acionada às 2h30 (horário de Brasília).

Fonte: Redação Terra
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