Jornalista norte-americana é sequestrada no Iraque
Shelly Kittleson atua como repórter independente no país
A jornalista norte-americana Shelly Kittleson foi sequestrada nesta terça-feira, 31, em Bagdá. A informação foi confirmada pelo Ministério do Interior do Iraque, que trabalha para localizar os autores do sequestro.
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De acordo com o ministério, a operação de busca e resgate de Kittleson teve início com base em "informações precisas". Segundo o jornal local The New Region, a mulher foi sequestada "perto do hotel Baghdad, na rua al-Saadoun" por um grupo de homens não identificados.
Um veículo que se acredita pertencer ao grupo criminoso foi receptado pelas autoridades durante uma tentativa de fuga, mas a jornalista não estava no carro. Um dos sequestradores foi preso. Até o momento, o governo dos Estados Unidos não se manifestou sobre o ocorrido.
Kittleson é um ajornalista independente conhecida por produzir reportagens no Iraque e em todo o Oriente Médio. Ela está no país para cobrir os efeitos da guerra em curso entre os EUA e Israel contra o Irã. Sua cobertura também inclui matérias na linha de frente contra o Estado Islâmico e sobre as milícias pró-Irã no Iraque.
O Iraque é aliado militar de Washington e conta com bases norte-americanas em seu território. Em setembro, a pesquisadora israelense-russa Elizabeth Tsurkov foi libertada após mais de dois anos de ter sido sequestrada pelo Hezbollah, no Iraque. Sua libertação foi comemorada publicamente pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
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