Governo italiano confirma morte de cidadão na Venezuela após terremotos
Roma acompanha situação depois de tragédia no país sul-americano
O governo italiano confirmou na tarde desta quinta-feira (25) a morte de um cidadão ítalo-venezuelano em decorrência dos fortes terremotos que devastaram a Venezuela.
Segundo o Ministério das Relações Exteriores da Itália, a vítima nasceu em Caracas em 1970, possuía cidadania italiana e tinha familiares no país europeu.
Informações preliminares apontam que o homem morreu após o desabamento de um prédio em La Guaira, estado localizado a cerca de 30 quilômetros da capital venezuelana. A região foi uma das mais afetadas pelo tremor, que provocou danos estruturais e mobilizou equipes de resgate.
As autoridades italianas acompanham a situação e mantêm contato com os familiares da vítima. Até o momento, o Ministério das Relações Exteriores não divulgou a identidade do cidadão nem forneceu informações adicionais sobre as circunstâncias da morte.
Paralelamente, sete profissionais de saúde da região da Lombardia, na Itália, vão partir na noite desta quinta (25) para a Venezuela como parte de uma missão nacional de assistência médica.
O grupo é formado por quatro médicos e três enfermeiros, coordenados pela Agência Regional de Emergência e Urgência (AREU). O anúncio foi feito pelo governador da Lombardia, Attilio Fontana, por meio de uma publicação nas redes sociais.
De acordo com ele, os profissionais deixarão a região por volta da meia-noite para integrar um contingente nacional composto por 30 trabalhadores da área da saúde.
O grupo embarcará em um voo militar com partida da base aérea de Pratica di Mare, prevista para a manhã desta sexta-feira (26), às 6h. Além da Lombardia, a missão reúne profissionais das regiões do Vêneto, Lazio, Piemonte e Toscana.
Na mensagem, Fontana agradeceu aos integrantes da missão e destacou o compromisso dos profissionais com o atendimento humanitário. "Mais uma vez, nossos médicos e enfermeiros demonstram que a solidariedade, a competência e o senso de dever não conhecem fronteiras. Temos orgulho de vocês", concluiu.
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