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G7 cogita alocar US$100 bilhões do FMI para nações atingidas pela Covid

11 jun 2021 - 08h56
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Os Estados Unidos e outras nações do G7 estão cogitando realocar 100 bilhões de dólares das reservas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para ajudar os países que enfrentam mais dificuldades com a crise da Covid-19, disse a Casa Branca.

Logo do G7 perto de hotel onde acontece a cúpula dos líderes do grupo na Inglaterra
24/05/2021 REUTERS/Toby Melville
Logo do G7 perto de hotel onde acontece a cúpula dos líderes do grupo na Inglaterra 24/05/2021 REUTERS/Toby Melville
Foto: Reuters

A questão estará em pauta quando os líderes do G7 debaterem como ajudar a direcionar a recuperação mundial para longe da pandemia de coronavírus durante uma cúpula de três dias na Cornualha, no sudoeste da Inglaterra, que começa nesta sexta-feira.

"Os Estados Unidos e nossos parceiros do G7 estão cogitando um esforço global para multiplicar o impacto da alocação proposta dos Direitos Especiais de Retirada (SDR) para os países mais necessitados", disse o gabinete do presidente norte-americano, Joe Biden.

"Com um tamanho potencial de até 100 bilhões de dólares, o esforço proposto apoiaria mais as necessidades de saúde - incluindo vacinações - e ajudaria a permitir recuperações econômicas mais verdes e robustas em países vulneráveis, além de promover uma recuperação global equilibrada, contínua e inclusiva."

Na quinta-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, pediu que as nações do G7 entrem em acordo para realocar 100 bilhões de dólares em SDRs para Estados africanos.

Em abril, chefes de finanças de todo o mundo concordaram em reforçar os SDRs em 650 bilhões de dólares e prorrogar um congelamento nos serviços de dívida para ajudar países em desenvolvimento a lidarem com a pandemia, mas somente 34 bilhões seriam destinados à África.

((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447759)) REUTERS ES

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