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Ex-premiê da Coreia do Sul Han Duck-soo é condenado a 23 anos de prisão

Sentença se deu por envolvimento na tentativa de lei marcial em 2024

21 jan 2026 - 10h39
(atualizado às 11h20)
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O ex-primeiro-ministro da Coreia do Sul Han Duck-soo foi condenado a 23 anos de prisão por envolvimento na tentativa de lei marcial em 3 de dezembro de 2024.

Ex-premiê Han Duck-soo foi acusado de 'cumplicidade na insurreição'
Ex-premiê Han Duck-soo foi acusado de 'cumplicidade na insurreição'
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Segundo o juiz Lee Jin-gwan, do Tribunal de Seul, Han, de 76 anos, "ignorou seu dever e responsabilidade como primeiro-ministro até o fim".

De acordo com o tribunal, o ex-premiê desempenhou um papel significativo na tentativa fracassada e breve do ex-presidente do país Yoon Suk-yeol de declarar lei marcial, condenando Han a oito anos a mais de prisão do que os 15 pedidos pela promotoria.

A equipe do promotor especial Cho Eun-suk acusou-o "de cumplicidade na insurreição", onde o ex-primeiro-ministro teve "um papel fundamental na execução do plano para subverter a ordem democrática", além de "omitir a verdade".

Durante a leitura da sentença, o juiz afirmou que embora o réu "tenha expressado preocupação a Yoon" sobre sua decisão, ele "não se opôs explicitamente" nem "instou outros membros do gabinete a desencorajá-la".

Han sempre negou qualquer irregularidade, insistindo que nunca apoiou ou foi favorável à declaração de lei marcial.

Após a destituição de Yoon, Han assumiu o cargo de presidente interino e chegou a ser visto como um forte candidato conservador nas eleições antecipadas do ano passado.

Ele renunciou ao cargo de premiê em maio para concorrer à presidência, mas seu plano fracassou quando o partido de Yoon se recusou a indicá-lo como candidato.

Han teve sua prisão preventiva decretada nesta quarta-feira (21), após a notificação da sentença. Já o ex-presidente do país foi sentenciado, na semana passada, a cinco anos de cárcere em uma primeira decisão sobre o mesmo tema, enquanto aguarda o andamento de outros julgamentos que poderão levá-lo à pena de morte. 

Ansa - Brasil
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