Script = https://s1.trrsf.com/update-1765905308/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Europeus elogiam esforços, mas pedem inclusão de Zelensky

Países divulgaram declaração conjunta sobre cúpula Trump-Putin

16 ago 2025 - 10h37
(atualizado às 11h02)
Compartilhar
Exibir comentários

Os líderes europeus divulgaram uma declaração conjunta em que elogiam os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pelo fim da guerra na Ucrânia, mas cobram a inclusão de Kiev no diálogo com o mandatário da Rússia, Vladimir Putin.

Putin e Trump durante pronunciamento no Alasca
Putin e Trump durante pronunciamento no Alasca
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

O texto foi divulgado logo após uma conversa por telefone entre Trump, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e representantes dos principais países da Europa para discutir os resultados da cúpula do Alasca.

"Os líderes dão as boas-vindas aos esforços do presidente Trump para parar os assassinatos na Ucrânia, colocar fim à guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura. O passo seguinte deve ser um novo diálogo com o presidente Zelensky. Estamos prontos a colaborar com o presidente Trump e o presidente Zelensky para uma cúpula trilateral com apoio europeu", afirmaram.

A declaração é assinada pelos presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, do Conselho Europeu, António Costa, da França, Emmanuel Macron, e da Finlândia, Alexander Stubb, pelo chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e pelos premiês da Itália, Giorgia Meloni, do Reino Unido, Keir Starmer, e da Polônia, Donald Tusk.

"Estamos convencidos de que a Ucrânia deve dispor de garantias de segurança sólidas para defender efetivamente sua soberania e integridade territorial. Saudamos a declaração do Presidente Trump de que os Estados Unidos estão prontos para fornecer garantias de segurança", ressaltaram os líderes, acrescentando que a chamada "Coalizão dos Dispostos" está pronta a "desempenhar um papel ativo".

Esse grupo é formado por países europeus dispostos a fornecer garantias de segurança a Kiev no caso de um eventual cessar-fogo e fará uma reunião por videoconferência neste domingo (17), segundo o governo da França, que lidera a iniciativa ao lado do Reino Unido.

A declaração conjunta também ressaltou que um acordo de paz não pode impor limitações às forças armadas ucranianas e à cooperação com outros países nem vetar uma eventual entrada de Kiev na União Europeia e na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Putin, no entanto, já deixou claro que não aceitará uma adesão da Ucrânia à Otan. Os europeus também afirmaram que caberá à Ucrânia "tomar decisões sobre o próprio território" e que "fronteiras internacionais não devem ser modificadas por meio da força".

Além disso, prometeram manter a pressão sobre a Rússia, inclusive por meio de novas sanções, até que se alcance uma "paz justa e duradoura".

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade