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Papa Francisco

Conheça cinco curiosidades sobre a trajetória de Bento XVI

11 fev 2013 - 13h55
(atualizado às 13h55)
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Imagem cedida pelo L'Osservatore Romano, órgão oficial do Vaticano, mostra Bento XVI durante consistório (reunião de cardeais) no Vaticano
Imagem cedida pelo L'Osservatore Romano, órgão oficial do Vaticano, mostra Bento XVI durante consistório (reunião de cardeais) no Vaticano
Foto: AFP

Bento XVI deve se tornar o primeiro Papa a renunciar em quase 600 anos, mas há outros aspectos marcantes em sua trajetória. Abaixo, a BBC reuniu 10 curiosidades sobre a vida e carreira do pontífice.

Nacionalidade:

Joseph Ratzinger, que assumiu o nome de Bento XVI no pontificado, foi o primeiro alemão a ser nomeado papa desde o século XI. Nascido na Bavária, em 1927, ele chegou a ser inscrito como membro da Juventude Hitlerista - segundo ele, contra sua vontade - o que foi relembrado por seus críticos no período que antecedeu sua nomeação, em 2005.

Idade:

Assumindo o cargo com 78 anos de idade, Ratzinger foi também o Papa mais velho a ser eleito desde o século XVIII, quando Clemente XII tornou-se papa, em 1730, sendo três meses mais velho que Bento XVI. Na época em que foi eleito, ele era um teólogo respeitado e braço direito de João Paulo II.

Escolha:

O processo de eleição de Ratzinger demorou apenas 24 horas, um dos mais rápidos do século. No total, foram feitas quatro rodadas de votações até que se chegasse a decisão final. Em 1939, porém, o papa Pio XII foi eleito em um único dia, após apenas três rodadas de votação.

Nome:

O nome "Bento" escolhido por Ratzinger, um indicativo da marca que ele esperava deixar em seu pontificado, até então só havia sido adotado por italianos e um francês. Antes dele, o último "Bento" foi o italiano Giacomo della Chiesa, que ocupou o posto máximo da Igreja Católica entre 1914 e 1922 e chegou a apresentar um plano para tentar pôr um fim à Primeira Guerra Mundial (que não foi adiante).

Corrente:

Considerado um conservador, Ratzinger assumiu em 1981 o comando da Congregação para a Doutrina da Fé (CDF), órgão que descende da Suprema e Sacra Congregação da Inquisição Universal, fundada pelo papa Paulo III em 1.542, com o objetivo de defender a Igreja da heresia.

Foi nesse cargo, o de monitorar e zelar pela preservação das tradições católicas e dos valores da Igreja, que Ratzinger liderou os esforços para silenciar os principais defensores da Teologia da Libertação - movimento progressista surgido na América Latina.

Em diversas ocasiões, ele se manifestou contra métodos anticoncepcionais, o aborto e o casamento gay.

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