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Mulher enfrenta impasse na Justiça para reconhecer paternidade de bebê após relação com gêmeos idênticos

A britânica, que não teve o nome divulgado, foi informada de que era 'impossível' identificar o pai biológico por exame de DNA

31 mar 2026 - 12h40
(atualizado às 13h08)
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Mulher enfrenta impasse na Justiça para reconhecer paternidade de bebê após relação com gêmeos idênticos
Mulher enfrenta impasse na Justiça para reconhecer paternidade de bebê após relação com gêmeos idênticos
Foto: Freepik

Uma mulher britânica recorreu à Justiça do Reino Unido para resolver o reconhecimento de paternidade de seu bebê. Até aí, o caso parece comum. O problema é que ela foi informada de que não é possível identificar o pai biológico por exame de DNA. Isso porque a mãe teve relações sexuais com gêmeos idênticos separadamente, com quatro dias de diferença.

Segundo a Sky News, a mulher levou o caso à Justiça ao lado de um dos gêmeos, após o outro irmão ter sido registrado como pai na certidão de nascimento da criança. O objetivo era desfazer o mal-entendido e reconhecê-lo legalmente como pai.

No entanto, os dois foram surpreendidos por um juiz da Vara de Família, que se recusou a retirar o nome do outro suposto pai do documento. Para a Justiça britânica, não é possível determinar com certeza quem é o genitor do bebê, identificado apenas como P., para preservar sua identidade.

Durante o processo, os testes de DNA não conseguiram distinguir qual dos homens é o pai. O imbróglio está longe de terminar, mas, por enquanto, a Justiça decidiu que o gêmeo registrado na certidão não terá responsabilidade parental até que o tribunal analise novos argumentos.

Mulher enfrenta impasse na Justiça para reconhecer paternidade de bebê após relação com gêmeos idênticos
Mulher enfrenta impasse na Justiça para reconhecer paternidade de bebê após relação com gêmeos idênticos
Foto: Freepik

“Atualmente, a verdade sobre a paternidade de P. é que seu pai é um dos gêmeos idênticos, mas não é possível dizer qual deles”, afirmou Sir Andrew McFarlane na decisão, segundo a Sky News.

“É possível, aliás provável, que, quando P. atingir a maturidade, a ciência consiga identificar o pai e excluir o outro gêmeo. Por ora, isso não pode ser feito sem um custo muito significativo e, portanto, a ‘verdade’ é binária e não se refere a um único homem”, completou.

Em decisão anterior, a juíza Madeleine Reardon já havia afirmado que ambos os irmãos tiveram relações sexuais com a mulher, com quatro dias de diferença, no mês em que P. foi concebido, e que é igualmente provável que qualquer um deles seja o pai.

Fonte: Portal Terra
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