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Espanhol quer provar que é filho ilegítimo de Juan Carlos I

Alberto Solá Jiménez, nascido em 1956 em Barcelona e criado por uma família adotiva, há anos reivindica ser primogênito do ex-monarca

20 jun 2014 - 16h08
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Rei Juan Carlos, da Espanha, durante cerimônia de inauguração de uma nova praça espanhola em Mostar, na Bósnia. Juan Carlos anunciou na segunda-feira que irá abdicar em favor de seu filho mais popular, o príncipe Felipe. 29/03/2012.
Rei Juan Carlos, da Espanha, durante cerimônia de inauguração de uma nova praça espanhola em Mostar, na Bósnia. Juan Carlos anunciou na segunda-feira que irá abdicar em favor de seu filho mais popular, o príncipe Felipe. 29/03/2012.
Foto: Srdjan Zivulovic / Reuters

Depois de sua recente abdicação e a proclamação de seu filho como rei Felipe VI, Juan Carlos I da Espanha perdeu sua inviolabilidade como monarca, o que pode reavivar um antigo processo de paternidade apresentado por um suposto filho ilegítimo.

Alberto Solá Jiménez, nascido em 1956 em Barcelona e criado por uma família adotiva, há anos reivindica ser primogênito do ex-monarca.

Junto à belga Ingrid Jeanne Satiau, que também alega ser filha de Juan Carlos, apresentou em 2012 uma demanda de paternidade que foi rejeitada em primeira instância sob alegação de que a Constituição espanhola afirma que "o rei é inviolável".

Os advogados agora vão ampliar o recurso com duas novas provas: a lei de abdicação do monarca que certifica o fim de sua inviolabilidade e uma amostra de DNA anônima, que é atribuída ao monarca e bate 99,9% com a de Solá.

Se confirmada a parternidade, Alberto Solá se converterá no primogênito varão de Juan Carlos invés do já proclamado rei Felipe VI.

Foto: Arte Terra

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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