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Em carta aos pais, atirador disse que "não podia continuar"

12 mar 2009 - 08h38
(atualizado às 09h28)
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Tim Kretschmer, o adolescente que matou 15 pessoas antes de cometer suicídio, ontem, no interior da Alemanha, enviou uma carta aos seus pais dizendo que ele estava desesperadamente infeliz e que "não podia continuar", informou o jornal The Guardian. A mensagem foi escrita três semanas antes da tragédia que abalou a cidade de Winnenden.

Estudante reza em frente à memorial em homenagem a colegas mortos criado na escola Albertville, em Winnenden
Estudante reza em frente à memorial em homenagem a colegas mortos criado na escola Albertville, em Winnenden
Foto: Reuters

"Ele escreveu aos seus pais que estava sofrendo e que não poderia continuar", disse Fabienne Böhm, que conheceu Kretschmer há pouco tempo por meio de uma amiga em comum. Além da declaração de Fabienne, outras testemunhas e amigos afirmaram que o adolescente era sozinho, frustrado e se sentia rejeitado pela sociedade.

Um jovem de 17 anos que se identificou como Aki e que foi colega de Kretschmer o descreveu como um jovem quieto, reservado e que gostava de jogar jogos online de tiro, como o Counter-Strike. "Ele era bom", disse. Outros conhecidos afirmaram ainda que ele mantinha dezenas de armas de ar comprimido no seu quarto, diz o Guardian.

Inicialmente, as autoridades informaram que Tim Kretschmer teria matado 16 pessoas antes de cometer suicídio. No entanto, voltaram atrás e confirmaram 15 homicídios. As vítimas seriam três professoras, nove alunos da escola Albertville, uma pessoa morta pelo jovem em sua tentativa de fuga e dois homens assassinados na concessionária de veículos onde ele trocou tiros com a polícia antes de tirar a própria vida.

Com agências internacionais

Fonte: Redação Terra
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