Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

EUA e UE dizem estar abertos para rever sanções contra Venezuela

Nota oficial cita 'progressos substanciais e confiáveis'

26 jun 2021 - 11h38
(atualizado às 11h47)
Compartilhar

Em uma nota conjunta, os Estados Unidos, a União Europeia e o Canadá afirmaram nesta sexta-feira (25) que podem rever as sanções políticas e econômicas impostas contra a Venezuela por conta de "avanços" que vêm sendo vistos internamente.

Sanções contra governo Maduro podem ser revistas, segundo UE, EUA e Canadá
Sanções contra governo Maduro podem ser revistas, segundo UE, EUA e Canadá
Foto: EPA / Ansa - Brasil

"Saudamos os progressos substanciais e confiáveis para restaurar processos e instituições democráticas essenciais na Venezuela e estamos dispostos a revisar as políticas de sanções com base em avanços significativos em uma negociação integral", diz o comunicado.

O documento foi assinado pelo secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, pelo alto representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell, e pelo ministro das Relações Exteriores canadense, Marc Garneau.

Apesar de falar sobre o futuro, os três responsáveis pelas relações exteriores afirmam que "permanecem profundamente preocupados pela crise em curso na Venezuela e seu impacto regional e global".

"Uma solução pacífica à crise política, social e econômica deve vir do povo venezuelano através de negociações globais geridas pela mesma Venezuela, com a participação de todas as partes interessadas. [O processo] deve reimplantar as instituições do país e permitir a todos os venezuelanos a possibilidade de se manifestar politicamente através de eleições locais, parlamentares e presidenciais confiáveis, inclusivas e transparentes", afirmam ainda.

Entre as solicitações do grupo, estão a libertação dos presos políticos, a garantia de independência e existência de partidos políticos diversos, a liberdade de expressão da população e a liberdade de imprensa e o "fim das violações dos direitos humanos".

O comunicado ainda pede que as eleições de novembro deste ano sigam "os padrões internacionais" e diz que os países "continuarão empenhados em enfrentar a terrível crise humanitária existente".

EUA, Canadá e União Europeia estão entre aqueles que impuseram uma série de sanções contra o governo de Nicolás Maduro e cobram que o país volte a ter uma democracia livre. Já existiram diversas tentativas de intermediação de negociações entre governo e opositores, mas todas fracassaram. .

Ansa - Brasil
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra