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EUA afirmam que adesão da Ucrânia à Otan é 'pouco realista'

Hegseth destacou necessidade de 'sólidas garantias de segurança'

12 fev 2025 - 12h57
(atualizado às 13h04)
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O novo chefe do Pentágono, Pete Hegseth, declarou nesta quarta-feira (12) que a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) é uma possibilidade "pouco realista".

    O secretário de Defesa de Washington deu a declaração durante a abertura de uma reunião do grupo em Bruxelas, na Bélgica, sobre o conflito entre ucranianos e russos. O encontro foi presidido pela primeira vez pelo Reino Unido.

    "Estamos em um momento crítico da guerra, o conflito tem que acabar. Queremos uma Ucrânia soberana e próspera, mas retornar às suas fronteiras anteriores a 2014 é algo pouco realista", afirmou Hegseth, acrescentando que um acordo de paz no leste europeu precisará ter "sólidas garantias de segurança".

    Na cúpula, o responsável pelo Pentágono alertou que os Estados Unidos "continuarão comprometidos com a Otan e a segurança da Europa", mas não vão mais tolerar "desequilíbrios".

    Além disso, o secretário americano mencionou que a adesão da Ucrânia à Otan está distante da realidade de um "acordo negociado" para encerrar a guerra.

    Hegseth também se encontrou com os ministros da Defesa da Itália e da Alemanha, Guido Crosetto e Boris Pistorius, respectivamente, em território belga. Os líderes discutiram possíveis iniciativas para chegar a uma trégua em Kiev.

    "Estou completamente otimista de que encontraremos soluções com os EUA. A Otan sempre foi uma garantia de segurança e paz para o Ocidente e é nosso grande interesse mantê-la operacional.

    Discutimos o que podemos esperar nos próximos meses e anos", afirmou o político alemão.

    Após a previsão pouco positiva de Hegseth, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou ao The Economist que seu país já possui um "plano B" se a entrada de Kiev na Otan não ir para frente.

    "Se a Ucrânia não estiver na Otan, significará que a Ucrânia construirá a Otan em seu território. Então, precisaremos de um Exército tão grande quanto o que os russos têm hoje.

    Precisaremos de armas e dinheiro para tudo isso, e pediremos aos EUA", comentou. .

Ansa - Brasil
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