Suspeito de ataque em evento com Trump era filho de líder evangélico: 'Forte defensor do cristianismo'
Cole Tomas Allen é acusado de invadir jantar de gala em Washington e trocar tiros com agentes
O homem apontado pelas autoridades como responsável pelo atentado no jantar de gala com a presença do presidente Donald Trump no último sábado tinha trajetória acadêmica, origem religiosa conservadora e era visto por antigos colegas como alguém reservado e disciplinado. Identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, ele compareceu nesta segunda-feira a um tribunal federal em Washington, acusado de atirar contra agentes de segurança ao tentar acessar o salão principal do hotel onde ocorria a cerimônia.
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Segundo informações publicadas pelo New York Times, Allen é filho de um líder evangélico e frequentava grupos cristãos durante a vida universitária. Pessoas que conviveram com ele relataram surpresa ao saber do caso. "Ele era definitivamente um forte defensor do cristianismo evangélico na época em que o conheci", disse Elizabeth Terlinden.
Allen nasceu em um condado de Los Angeles e é o mais velho entre quatro irmãos. Até a noite do ataque, o pai dele aparecia nas redes sociais como dirigente da Grace Torrance, igreja protestante de tradição reformada localizada em Torrance, na Califórnia, cidade onde a família vivia.
Durante a juventude, Allen integrou uma fraternidade cristã no campus do Instituto de Tecnologia da Califórnia, o Caltech. Integrantes do grupo afirmaram que ele costumava ser quieto e estudioso, mas demonstrava firmeza ao defender suas convicções religiosas.
Depois de se formar, Allen trabalhou por vários anos como engenheiro mecânico, desenvolvedor independente de videogames e tutor preparatório para ingresso universitário, ainda segundo registros profissionais publicados online.
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