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Estados Unidos

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Justiça dos EUA decidirá acesso a vídeos de morte no SeaWorld

26 mar 2010 - 10h39
(atualizado às 10h43)
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A Justiça americana decidiu que definirá caso a caso o acesso dos interessados aos vídeos da morte da treinadora de uma orca no parque SeaWorld, em fevereiro, segundo publica nesta sexta a rede de TV americana CNN. Dawn Brancheau foi morta pela baleia Tilikun em frente ao público, instantes antes de iniciar seu show.

Foto mostra Dawn Brancheau durante apresentação, em 2005; ela foi morta no dia 24 de fevereiro
Foto mostra Dawn Brancheau durante apresentação, em 2005; ela foi morta no dia 24 de fevereiro
Foto: AP

Em seu papel de mediadora, a Justiça divulgou que pesará os interesses públicos, da mídia, por exemplo, e privados, dos familiares da vítima. É possível que um acordo permita que os interessados possam assistir aos vídeos, mas não reproduzi-los. As partes interessadas têm até o dia 5 de abril para solicitar o acesso às imagens, mas não foi definida uma data para a decisão judicial.

Dias atrás, a Justiça da Flórida garantiu ao SeaWorld Parks & Entertainment a participação na ação judicial solicitada há duas semanas pela família de Dawn. Ambas as partes querem evitar a divulgação do vídeo gravado no dia 24 de fevereiro. A treinadora estava interagindo com a orca Tilikum quando o animal a agarrou e a levou para baixo d'água.

Segundo a CNN, trechos do incidente foram gravados por duas câmeras do parque - uma que mostra o que acontece embaixo d'água e outra da torre do parque, segundo informações fornecidas pela família na ação judicial. No entanto, diz a CNN, nenhum dos dois vídeos mostra claramente a treinadora sendo atacada pelo animal.

"Significativamente nenhuma câmera mostra o que ocorreu nos momentos anteriores ao acidente, nem a senhorita Brancheau sendo puxada para água. Não oferecem nada que possa ser usado para identificar as causas desse trágico acidente", diz o texto enviado pela família à Justiça. Os vídeos estão em posse das autoridades policiais e médicas do distrito de Orange.

Fonte: Redação Terra
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