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Estados Unidos

Corpo achado em parede nos EUA é de aluna sumida, diz perícia

14 set 2009 - 18h15
(atualizado às 20h07)
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Legistas de Connecticut confirmaram nesta segunda-feira que o corpo encontrado no domingo na Universidade de Yale, atrás de uma parede, é de Annie Marie Le, 24 anos, que tinha desaparecido na terça-feira. "Identificamos o corpo como o de Annie Le. Foi um homicídio, embora não divulgaremos a causa até amanhã", disse à Agência Efe um porta-voz do escritório legista, após a realização da autópsia.

Policial monitora o prédio onde um corpo foi encontrado, na universidade de Yale
Policial monitora o prédio onde um corpo foi encontrado, na universidade de Yale
Foto: AP

Joe Avery, porta-voz da Polícia de New Haven, cidade onde está localizada a Universidade de Yale, disse hoje que a morte "não foi uma ação ao acaso" e que o assassino tinha um motivo. A polícia encontrou no domingo um corpo escondido atrás de uma parede, entre encanamentos e cabos, no porão do edifício, em New Haven (Connecticut).

No mesmo dia, Annie iria ser casar em Nova York com Jonathan Widawsky, um estudante de pós-graduação da Universidade de Columbia. Widawsky não é suspeito e colabora com a investigação, segundo os diretores da universidade.

Segundo os canais de televisão ABC e NBC, a polícia concentra sua atenção em uma pessoa que não passou no detector de mentiras e que parece mostrar ferimentos. A NBC diz ainda que o suspeito é um estudante. No entanto, Avery destacou que as autoridades ainda não contam com um suspeito.

O edifício onde o corpo foi encontrado é vigiado por 75 câmaras de vídeo, que controlam todas as portas, e é necessário um cartão de identificação para entrar nele. Esse tipo de medida de segurança é estabelecido em todas as instalações da universidade onde são realizados experimentos com animais, segundo Robert Alpern, professor da Faculdade de Medicina, ao Yale Daily News, o jornal da universidade.

"Seria certamente extremamente difícil para alguém de fora de Yale entrar nesse lugar. Não impossível, mas extremamente difícil", afirmou Alpern.

EFE   
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