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Filipinas pedem que seus cidadãos na Líbia deixem o país

A Espanha anunciou a evacuação temporária de seus funcionários da embaixada em Trípoli

31 jul 2014
07h56
atualizado às 08h40
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O governo das Filipinas voltou a fazer um apelo a milhares de seus cidadãos para que abandonem a Líbia, nesta quinta-feira, depois que uma enfermeira desta nacionalidade foi sequestrada e estuprada e um trabalhador da construção foi decapitado.

<p>Incêndio provocado pelo confronto entre milícias rivais em um depósito de combustível perto da estrada do aeroporto em Trípoli, em 29 de julho </p>
Incêndio provocado pelo confronto entre milícias rivais em um depósito de combustível perto da estrada do aeroporto em Trípoli, em 29 de julho
Foto: Hani Amara / Reuters

Segundo o departamento de Relações Exteriores filipino, os 13.000 cidadãos deste país atualmente na Líbia devem se registrar em sua embaixada para ser repatriados o quanto antes, já que os confrontos entre grupos rivais ameaçam dividir o país.

Embaixada da Espanha
A Espanha anunciou nesta quinta-feira a evacuação temporária de seus funcionários da embaixada em Trípoli diante do agravamento da situação na capital líbia e dois dias após 37 espanhóis e seus parentes solicitarem a ação.

Madri tomou "a decisão de evacuar temporariamente o embaixador e os demais funcionários da embaixada da Espanha em Trípoli" ao constatar "o agravamento da situação de segurança" na capital líbia, indicou em um comunicado o ministério das Relações Exteriores.

A chancelaria afirmou que um funcionário de Arquivos garantiria o funcionamento da representação diplomática e reiterou "seu apelo a um cessar-fogo o mais rápido possível".

Além disso, o governo espanhol "mostrou seu apoio ao novo Parlamento e seu compromisso de seguir trabalhando com seus sócios internacionais e com as Nações Unidas para conquistar a consolidação da democracia e a estabilização do país".

Trípoli é palco de confrontos desde 13 de julho, que já deixaram uma centena de mortos.

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