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Americana é morta em Abu Dhabi por pessoa que usava burca

Crime aconteceu dentro do banheiro de um shopping; americana foi esfaqueada e polícia ainda não identificou a identidade do assassino

4 dez 2014
10h22
atualizado às 10h22
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Americana foi morta em Abu Dhabi, onde dava aulas no jardim de infância
Americana foi morta em Abu Dhabi, onde dava aulas no jardim de infância
Foto: Facebook / Reprodução

Uma professora de 47 anos nascida na Europa e com cidadania americana foi esfaqueada e morta em um banheiro de um shopping na cidade de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, nesta segunda-feira. A pessoa (pois a polícia ainda não identificou ser um homem ou mulher)  que assassinou a mulher estava usando uma burca. As informações são do Daily Mail.

Segundo a publicação, testemunhas disseram ouvir uma briga no banheiro e, em algum momento, uma das duas gritou “sente-se ou eu te mato”. Câmeras de segurança captaram imagens da pessoa com a burca entrando no shopping e caminhando em direção ao banheiro e apenas uma hora e meia depois, saiu do toalete calmamente em direção à garagem.

Polícia encontrou corpo da professora em poça de sangue no banheiro
Polícia encontrou corpo da professora em poça de sangue no banheiro
Foto: Daily Mail / Reprodução

A polícia encontrou a professora em uma poça de sangue. Ela identificada pelo governo americano por Ibolya Ryan, mãe de filhos gêmeos de 11 anos. Alguns agentes de segurança correram em direção à suposta assassina, mas não conseguiram capturá-la.

O caso está sendo investigado. De acordo com a publicação, ainda não se sabe as motivações para a suposta “briga” no banheiro – nem pelo assassinato. Mas, pela demora dentro do cômodo, parece se tratar de um crime planejado, sendo que Ryan já seria conhecida e se tornado alvo previsto.

A faca de cozinha usada para atingir a americana foi deixada no banheiro pelo assassino.

A embaixada dos Estados Unidos nos Emirados Árabes – que fica em Abu Dhabi – já haviam soltado um alerta para professores americanos no país, afirmando ser possível alvo para os jihadistas por seguirem a educação ocidental. Depois do assassinato de Ibolya, foi encaminhado mais um alerta. Apesar disso, não houve confirmação de ter sido algum ou alguma extremista a matar a professora.

O pai dos meninos, que era divorciado da americana, mora na Europa e já está em Abu Dhabi com os filhos.

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Fonte: Terra
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