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China está considerando combinar vacinas contra Covid-19 para melhorar taxa de proteção

11 abr 2021
14h47 atualizado em 12/4/2021 às 10h50
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14h47 atualizado em 12/4/2021 às 10h50
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A principal autoridade de controle de doenças da China afirmou que o país está considerando misturar vacinas contra Covid-19, uma maneira de reforçar ainda mais a eficácia dos imunizantes.

Funcionários pegam ampolas com a vacina chinesa CoronaVac no centro de produção do Instituto Butnantan
22/01/2021
REUTERS/Amanda Perobelli
Funcionários pegam ampolas com a vacina chinesa CoronaVac no centro de produção do Instituto Butnantan 22/01/2021 REUTERS/Amanda Perobelli
Foto: Reuters

Dados disponíveis mostram que as vacinas chinesas estão atrás de outras, como da Pfizer e Moderna em termos de eficácia, mas exige controles de temperaturas menos rigorosos durante o armazenamento.

As vacinas disponíveis no momento "não têm uma taxa alta de proteção", disse Gao Fu, diretor dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças da China, em uma entrevista coletiva em Chengdu neste sábado.

"A inoculação com vacinas de diferentes linhas técnicas está sendo considerada" disse.

Gao afirmou que "otimizar" o processo da vacina, incluindo mudar o número de doses e o tempo entre elas, era "definitivamente" uma solução para os problemas de eficácia.

A China desenvolveu quatro vacinas domésticas aprovadas para uso no público e uma autoridade disse no sábado que o país deve produzir três bilhões de doses até o fim do ano.

A vacina desenvolvida pela Sinovac da China chegou a uma taxa de eficácia ligeiramente acima de 50% em ensaios clínicos brasileiros. Um estudo separado na Turquia mostrou essa taxa em 83,5%.

Nenhum dado detalhado de eficácia foi divulgado sobre as vacinas feitas pelo Sinopharm da China. Ela disse que duas vacinas desenvolvidas por suas unidades são 79,4% e 72,5% eficazes, respectivamente, com base em resultados provisórios.

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