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China anuncia retaliação contra tarifaço de Trump

País asiático vai taxar carvão e GNL dos EUA em 15%

4 fev 2025 - 07h48
(atualizado às 09h33)
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A China anunciou nesta terça-feira (4) tarifas de até 15% contra a importação de produtos dos Estados Unidos, em retaliação às sobretaxas de 10% impostas pelo presidente Donald Trump contra todas as mercadorias provenientes do país asiático.

    Diferentemente de Canadá e México, Pequim esperou a entrada em vigor do tarifaço dos EUA para anunciar sua resposta, que também inclui uma reclamação formal à Organização Mundial do Comércio (OMC).

    As medidas anunciadas pela China incluem alíquotas de importação de 15% contra carvão e gás natural liquefeito americanos, além de uma sobretaxa de 10% sobre petróleo, equipamentos agrícolas e automóveis de alta cilindrada.

    Segundo o Ministério das Finanças, o pacote entra em vigor em 10 de fevereiro e é resultado de "uma imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos, que viola gravemente as regras da OMC".

    Além disso, Pequim abriu uma investigação contra a multinacional americana Google por suspeita de "violação das leis antimonopólio chinesas" e incluiu o grupo de moda PVH, dono de Tommy Hilfiger e Calvin Klein, e a empresa de biotecnologia Illumina em uma lista de companhias "não confiáveis".

    "As duas empresas violam os princípios normais de transações de mercado e adotam medidas discriminatórias contra empresas chinesas", diz um comunicado do Ministério do Comércio. A PVH entrou na mira do gigante asiático pelo boicote ao algodão de Xinjiang, região com denúncias de violações dos direitos humanos da minoria muçulmana uigur por parte do regime comunista.

    A guerra comercial foi deflagrada após Trump acusar a China de facilitar o fluxo do opioide fentanil aos EUA. Pelo mesmo motivo, o presidente havia anunciado tarifas de 25% contra Canadá e México, mas recuou e suspendeu as novas taxas durante um mês após compromissos dos dois países em reforçar a segurança nas fronteiras.

    Paralelamente, o mandatário ameaça impor tarifas contra a União Europeia, a quem acusa de não comprar produtos americanos.

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Ansa - Brasil
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