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Bloqueio do Estreito de Ormuz anunciado por Trump entra em vigor

Presidente ameaçou 'aniquilar' navios iranianos que se aproximarem

13 abr 2026 - 13h24
(atualizado às 13h40)
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Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um bloqueio do Estreito de Ormuz para esta segunda-feira (13), mais de 15 navios americanos deram início à operação, informou o Wall Street Journal, citando um funcionário de Washington.

Mais de 15 navios dos EUA bloqueiam Estreito de Ormuz, diz mídia
Mais de 15 navios dos EUA bloqueiam Estreito de Ormuz, diz mídia
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

"O bloqueio será aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entrarem ou saírem de portos e áreas costeiras iranianas, incluindo os localizados no Golfo Pérsico e de Omã", declarou o Comando Central (Centcom) dos EUA, informando que a medida entrou em vigor no horário proclamado por Trump, às 11h de Brasília.

No Truth, o líder americano ameaçou "destruir de forma rápida e brutal" qualquer embarcação iraniana que se aproximar do bloqueio.

"Se algum desses navios se aproximar da nossa zona de operação [em Ormuz], será imediatamente eliminado, usando o mesmo sistema de aniquilação que empregamos contra traficantes de drogas a bordo de embarcações no mar: rápido e brutal", escreveu Trump, acrescentando que "a Marinha do Irã jaz por completo no fundo do mar".

"Aniquilamos 158 embarcações [de Teerã]. O que não alvejamos foi um pequeno número de navios que eles chamam de 'navios de ataque rápido', pois não os consideramos uma ameaça significativa", explicou o republicano.

O chefe da Organização Marítima Internacional (OMI), Arsenio Dominguez, criticou a medida imposta pelos EUA, declarando que nenhuma nação tem o direito legal de impedir o tráfego no Estreito de Ormuz.

"De acordo com o direito internacional, nenhum país pode proibir a passagem inofensiva ou a liberdade de navegação em estreitos internacionais usados para o trânsito global", disse Dominguez em coletiva de imprensa.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também não aprovou a decisão americana.

"O fechamento do Estreito de Ormuz é prejudicial, e a liberdade de navegação é de suma importância", falou Von der Leyen. 

Ansa - Brasil
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