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Bannon responderá a acusações de desacato em liberdade

Aliado dos Bolsonaro é acusado de não colaborar com Congresso

15 nov 2021 - 18h00
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Steve Bannon, ex-estrategista-chefe de Donald Trump, ficará em liberdade condicional durante o processo por desacato ao Congresso.

    O guru de extrema direita havia se entregado ao FBI, em Washington, na manhã desta segunda-feira (15), mas um juiz federal decidiu mantê-lo solto.

    Bannon, no entanto, terá de entregar seu passaporte, notificar a Justiça sobre qualquer deslocamento fora de seu distrito, pedir permissão para viagens fora da parte continental dos Estados Unidos e se apresentar semanalmente às autoridades.

    O ideólogo de extrema direita é acusado de desacato ao Congresso ao ter se negado a depor e a fornecer documentos a uma comissão que investiga o assalto ao Capitólio promovido por apoiadores de Trump em 6 de janeiro deste ano.

    Cada acusação pode render penas de 30 dias até um ano de prisão, além de multa de até US$ 100 mil. A suspeita é de que Bannon sabia previamente da insurreição, realizada no dia em que o Congresso se reunia para ratificar a vitória de Joe Biden nas eleições de novembro. O assalto terminou com cinco pessoas mortas, incluindo apoiadores de Trump.

    "Não vou ceder, vocês pegaram a pessoa errada", disse o ex-estrategista após ser libertado. "Estamos cansados de jogar na defesa, agora vamos partir para o ataque", ameaçou.

    Bannon foi o arquiteto da vitoriosa campanha de Trump em 2016, mas rompeu com o magnata menos de um ano depois de sua chegada à Casa Branca.

    Após se afastar do presidente, fortaleceu laços com a extrema direita europeia, como o italiano Matteo Salvini e a francesa Marine Le Pen, e se aproximou da família Bolsonaro. Ele também tem conexões na ala ultraconservadora da Igreja Católica americana, que faz oposição ao papa Francisco.

    Bannon já havia sido preso em agosto de 2020 por uma acusação de desviar dinheiro de uma campanha para financiar o muro na fronteira entre EUA e México, mas acabou libertado após pagar fiança de US$ 5 milhões. .

Ansa - Brasil
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