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Argentina promete maior operação de segurança de sua história para visita do Papa

Leão XIV passará pelo país entre os dias 8 e 11 de novembro

21 set 2026 - 14h08
(atualizado às 14h20)
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Resumo
O governo argentino anunciou a maior operação de segurança da história do país para a visita do papa Leão XIV, marcada de 8 a 11 de novembro. A ação cobrirá eventos em Buenos Aires, Córdoba e Luján, mobilizando um comando integrado por 120 horas ininterruptas em três aeroportos e quatro grandes concentrações públicas. Segundo as autoridades e a Nunciatura Apostólica, o esquema especial visa proteger o pontífice em sua missão pastoral perante um público estimado em cerca de sete milhões de pessoas.

A ministra da Segurança da Argentina, Alejandra Monteoliva, garantiu nesta segunda-feira (21) que as autoridades do país organizarão a maior operação de segurança de sua história para receber o papa Leão XIV.

Leão XIV passará pelo país entre os dias 8 e 11 de novembro
Leão XIV passará pelo país entre os dias 8 e 11 de novembro
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

A ministra descreveu o compromisso assumido pelo governo de Javier Milei para proteger o líder da Igreja Católica durante sua visita apostólica, que ocorrerá de 8 a 11 de novembro e incluirá as cidades de Buenos Aires, Córdoba e Luján.

"Garanto a vocês que esta será a maior operação de segurança da nossa história. Envolverá não apenas o governo nacional, mas também três jurisdições, três aeroportos, três cidades, quatro grandes eventos de massa, 11 eventos em espaços fechados, um comando unificado que permanecerá operacional continuamente por 120 horas e uma participação total estimada em aproximadamente sete milhões de pessoas", declarou Monteoliva em uma coletiva de imprensa.

O ministro das Relações Exteriores da Argentina, Pablo Quirno, que também participou do encontro com os jornalistas, agradeceu ao pontífice americano "por ter decidido visitar" a nação sul-americana, bem como à secretaria de Estado do Vaticano, à Nunciatura Apostólica e à Conferência Episcopal Argentina "pela confiança e constante colaboração com nossos representantes".

O núncio apostólico da Santa Sé, Michael Wallace Banach, enfatizou aos jornalistas presentes na conferência que a visita do líder da Igreja Católica é, antes de tudo, "uma visita apostólica".

"Ele vem, claro, como chefe de Estado, mas, acima de tudo, vem como pastor para confirmar seus irmãos e irmãs na fé", comentou. .

Ansa - Brasil
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