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Argentina e China ainda debatem projeto de energia nuclear, diz subsecretário

2 abr 2019 - 11h12
(atualizado às 11h36)
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A Argentina ainda está negociando os termos de um projeto de energia nuclear na província de Buenos Aires financiado por Pequim, disse uma autoridade de governo nesta terça-feira, acrescentando que o projeto do reator chinês Hualong Um seria uma boa escolha para a iniciativa.

Adesivos de alerta a material radioativo em laboratório austríaco da cidade de Seibersdorf
13/06/2018
REUTERS/Leonhard Foeger
Adesivos de alerta a material radioativo em laboratório austríaco da cidade de Seibersdorf 13/06/2018 REUTERS/Leonhard Foeger
Foto: Reuters

Os dois lados ainda estão decidindo as "novas estruturas financeiras" do projeto conhecido como Atucha III, disse Julian Gadano, subsecretário de energia nuclear da Argentina, ao Fórum de Energia Nuclear e Desenvolvimento Sustentável da China em Pequim - um acordo de valor estimado em 8 bilhões de dólares.

Uma delegação da China deveria ter visitado a Argentina no mês passado para debater a construção de uma usina que, se finalizada, será um dos maiores projetos financiados por Pequim no país sul-americano.

A construção de um reator Hualong Um na Argentina "permitirá à China se envolver em um mercado maduro" e mostrar ao mundo seus avanços tecnológicos no setor, acrescentou Gadano.

O Hualong Um é um projeto de reator chinês de terceira geração. Um deles está sendo construído para o complexo da usina nuclear de Karachi, no Paquistão, e a China também está envolvida em um longo processo de aprovação para construir um no Reino Unido.

Fontes haviam dito à Reuters que as negociações prolongadas do projeto argentino se devem em parte a preocupações a respeito da proporção de componentes que ficará a cargo de fornecedores domésticos.

Li Xiaoming, gerente-geral-assistente da China National Nuclear Corp, disse nesta terça-feira que o índice de produção local do reator argentino será de 40 por cento, sem dar detalhes.

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