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Após voo cancelado, chefe do Conselho Europeu não vai a reunião com Lula

António Costa seria recebido pelo presidente no Rio de Janeiro nesta sexta

16 jan 2026 - 07h52
(atualizado às 08h44)
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O chefe do Conselho Europeu, António Costa, cancelou a visita que faria nesta sexta-feira (16) ao Brasil, onde se reuniria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

António Costa e Lula durante encontro em Bruxelas em 2023
António Costa e Lula durante encontro em Bruxelas em 2023
Foto: ANSA / Ansa - Brasil

Segundo fontes europeias, o voo que levaria o português de Bruxelas ao Rio de Janeiro foi cancelado. Dessa forma, Costa irá direto a Assunção, no Paraguai, onde será assinado neste sábado (17) o acordo de livre comércio entre Mercosul e UE.

Apesar disso, Lula ainda deve receber nesta sexta a presidente da Comissão Europeia (poder Executivo do bloco), Ursula von der Leyen, principal artífice do tratado comercial na UE.

O presidente brasileiro não participará da cerimônia no Paraguai e será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

O acordo de livre comércio entre Mercosul e UE foi aprovado pelos países europeus na semana passada, apesar da oposição de Áustria, França, Hungria, Irlanda e Polônia, que temem prejuízos para o setor agropecuário.

Para assegurar a aprovação de um tratado negociado há mais de 25 anos, a Comissão Europeia propôs um mecanismo que pode levar à reintrodução de tarifas caso as importações de produtos agropecuários do bloco sul-americano aumentem pelo menos 5% em relação ao ano anterior, ou se os preços forem no mínimo 5% menores na comparação com equivalentes europeus.

Além disso, propôs um fundo de 6,3 bilhões de euros para mitigar potenciais perturbações de mercado, prometeu controles fitossanitários mais rígidos e destinou mais 45 bilhões de euros em subsídios para produtores no âmbito da Política Agrícola Comum (PAC), juntando essa quantia aos 302 bilhões já previstos no orçamento para o período de 2028 a 2034.

Após a assinatura neste sábado, o acordo ainda precisará ser ratificado pelos parlamentos da UE e dos países do Mercosul.

Ansa - Brasil
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