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Alemanha está preparando grandes encomendas de jatos e veículos blindados, dizem fontes

29 jul 2025 - 21h02
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A Alemanha está preparando uma onda de pedidos de compras no valor de vários bilhões de euros, incluindo 20 jatos Eurofighter, até 3.000 veículos blindados Boxer e até 3.500 veículos de combate de infantaria Patria, disseram à Reuters duas fontes familiarizadas com os planos.

As compras fazem parte do esforço do chanceler Friedrich Merz para formar o Exército convencional mais poderoso da Europa, com o objetivo de reduzir a dependência de um aliado cada vez mais imprevisível, os Estados Unidos, e assumir maior responsabilidade pela segurança europeia.

No início deste ano, Merz garantiu o apoio parlamentar necessário para isentar os gastos com defesa dos limites de dívida constitucionalmente consagrados da Alemanha, permitindo que seu governo financie a reforma militar.

O orçamento regular de defesa da Alemanha está projetado para aumentar para cerca de 83 bilhões de euros em 2026, um aumento de 20 bilhões em relação a 2025.

Somente o pedido dos jatos Eurofighter deve custar entre 4 bilhões e 5 bilhões de euros, disseram as fontes, enquanto os veículos Boxer -- construídos pela KNDS e Rheinmetall -- são estimados em 10 bilhões de euros. Os veículos Patria devem custar cerca de 7 bilhões de euros.

As entregas das plataformas Boxer e Patria estão previstas para os próximos 10 anos, de acordo com as fontes.

O Ministério da Defesa também está avançando nos planos de compra de mais sistemas de defesa aérea IRIS-T e várias centenas de plataformas de defesa de drones SkyRanger, disseram as fontes, observando que os detalhes financeiros para essas aquisições ainda não foram finalizados.

A Bloomberg também informou sobre os planos de aquisição, embora tenha citado alguns números diferentes.

O Ministério da Defesa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

Merz se comprometeu a cumprir a nova referência da Otan de gastar 3,5% do PIB em defesa até 2029 -- bem à frente da maioria dos membros da aliança.

Mas a Alemanha também tem mais a recuperar. Horas depois da invasão russa na Ucrânia, o chefe do Exército alemão expressou publicamente sua frustração com a longa negligência da prontidão militar em seu país, dizendo que o Bundeswehr estava "mais ou menos de mãos vazias".

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