Script = https://s1.trrsf.com/update-1779108912/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

África

Publicidade

Museveni lidera primeiros resultados das eleições em Uganda

19 fev 2011 - 07h25
(atualizado às 08h29)
Compartilhar

O atual governante de Uganda, Yoweri Museveni, leva ampla vantagem dos demais candidatos à presidência pelos primeiros resultados do pleito realizado na última sexta-feira no país, como anunciou neste sábado o presidente da Comissão Eleitoral Nacional (CEN), Badru Kiggundu.

Edward Scicluna, chefe dos observadores da União Europeia, inspeciona a votação em Uganda
Edward Scicluna, chefe dos observadores da União Europeia, inspeciona a votação em Uganda
Foto: Reuters

Nas 40 mil urnas apuradas, Museveni, que está há 25 anos na presidência, teria obtido 72% dos votos, segundo Kiggundu, e, se for confirmada sua vitória, poderia completar 30 anos à frente da chefia do Estado.

O partido do Museveni, o Movimento de Resistência Nacional (NRM-O), parece ter graves problemas nas eleições legislativas realizadas também na véspera e vários altos cargos do grupo e ministros de seu Governo poderiam perder suas cadeiras parlamentares.

Entre os candidatos a perder o posto está o até agora presidente do Parlamento ugandense, Edward Ssekandi. O principal rival de Museveni nas presidenciais, Kizza Besigye, conforme os primeiros resultados divulgados pela CEN, teria obtido até esta manhã 22% dos votos, enquanto os outros seis candidatos alcançariam percentuais muito pequenos.

Apesar do anúncio feito por Kiggundu no Centro de Apuração Nacional instalado no estádio Nelson Mandela, nos arredores de Campala, a coalizão que apoia Besigye, o grupo Cooperação Entre Partidos (IPC), garantiu que segundo sua própria apuração que seu candidato está na frente.

Embora o partido do Museveni e os opositores ainda não tenham avaliado os primeiros resultados, antes do fechamento das urnas, o IPC garantiu que ocorreram "irregularidades generalizadas" em durante o dia da eleição.

Na sexta-feira à noite, o governo ugandense reforçou a segurança no país com a colocação de um grande número de policiais e militares, após finalizar o dia marcado pela violência e na qual 13,9 milhões de eleitores estavam aptos a votar.

Ao menos três pessoas morreram e várias mais ficaram feridas em diversos incidentes registrados em diferentes regiões, especialmente no leste.

EFE   
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Meu Terra