"Uma grande parte foi salva. Realmente, creio que mais de 90%", afirmou Shamil Jeppie, diretor do projeto de conservação dos manuscritos de Timbuktu. Um especialista malinense, Ben Esayuti El Bukhari, consultado por telefone em Dacar, concorda que a maioria dos valiosos manuscritos não se encontrava no prédio saqueado pelos islamitas armados antes de sua fuga desta cidade mítica
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