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Ministro da Venezuela chama de 'massacre ilegal' ataque dos EUA que matou 11 pessoas em barco

4 set 2025 - 12h18
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Um ataque de forças americanas contra um navio no Caribe resultou em 11 mortos na noite de terça-feira (2). No dia seguinte, o ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, classificou a ação como um "massacre ilegal" e acusou os Estados Unidos de violar normas do direito internacional.

Trump divulga vídeo de ataque a suposto navio da Venezuela com drogas
Trump divulga vídeo de ataque a suposto navio da Venezuela com drogas
Foto: Donald Trump via Truth Social / Perfil Brasil

Durante seu programa semanal de televisão, o ministro disse que o episódio não representava justiça, mas sim "barbárie". Ele criticou o que chamou de postura de "dois pesos e duas medidas" de Washington, que defende os direitos humanos em discursos enquanto realiza operações que terminam em execuções sumárias.

Cabello apresentou ao público imagens do barco atingido. O governo americano declarou que a embarcação transportava narcóticos ilegais, justificando a ofensiva. Já as autoridades venezuelanas contestaram a versão e pediram esclarecimentos sobre os fundamentos legais da operação.

O ataque foi legítimo?

O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, afirmou que a ação integra uma campanha contínua contra o chamado narcoterrorismo. O episódio foi o primeiro desde que Washington reforçou sua presença militar no sul do Caribe com o envio de novos navios de guerra.

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que "grandes quantidades de drogas" estavam a bordo. Apesar disso, o Pentágono não forneceu informações sobre a tripulação nem detalhes sobre as provas recolhidas para justificar a ofensiva que deixou 11 mortos.

As declarações geraram dúvidas quanto à legalidade da operação e ao alcance da estratégia militar americana na região. Autoridades de alto escalão sinalizaram que novas ações semelhantes devem ocorrer, dirigidas contra grupos classificados como narcoterroristas.

O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que a campanha faz parte do esforço para dificultar o tráfico de drogas que teria origem no Caribe. A Venezuela, porém, nega qualquer ligação com essas rotas e acusa Washington de usar o tema como justificativa política.

Perfil Brasil
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