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Menina desaparece ao ir à padaria, e corpo é achado enterrado em quintal; suspeito confessou crime

Corpo de menina de 12 anos foi encontrado no quintal da casa do suspeito; segundo a polícia, ele tentou estuprá-la antes de matá-la

29 nov 2022 - 22h07
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Luana tinha 12 anos e havia saído para ir à padaria
Luana tinha 12 anos e havia saído para ir à padaria
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil encontrou, na manhã desta terça-feira, 29, o corpo de Luana Marcelo Alves, de 12 anos, que estava desaparecida desde a manhã de domingo, 28, após sair para ir até a padaria no setor Madre Germana II, em Goiânia. O corpo da menina foi encontrado enterrado no quintal da casa do suspeito, o ajudante de pedreiro Reidimar Silva, de 31 anos. Segundo a polícia, ele confessou o crime e foi preso.

A polícia divulgou imagens da confissão do suspeito. No vídeo, ele afirma que viu a vítima na rua e a convenceu a entrar em seu carro ao dizer que conhecia os pais dela e que devia dinheiro para eles. Reidimar disse para a menina que entregaria o dinheiro se ela entrasse no veículo e que depois a deixaria em casan. 

Depois da menina entrar no automóvel, o suspeito a levou para a casa dele. No imóvel, matou a vítima asfixiada, ateou fogo no corpo e enterrou no quintal. Segundo a polícia, ele tentou estuprá-la antes de matá-la. O homem, que tem antecedentes criminais, afirmou aos policiais que tinha consumido drogas. 

A delegada Caroline Borges, que investiga a morte de Luana, informou em entrevista à imprensa que acredita que existe a possibilidade de Reidimar ter feito outras vítimas. Segundo ela, a divulgação de imagens do suspeito está sendo feita para que outras possíveis vítimas possam identificá-lo. 

"Infelizmente não era a resposta que a gente queria dar, queríamos achar a menina viva. Estávamos toda a equipe trabalhando para solucionar o caso", lamentou a delegada, em entrevista à TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo. 

Pais se desesperaram com notícia

Menos de uma hora depois de Luana desaparecer, os pais ficaram preocupados e acionaram à polícia, pois, segundo eles, a filha nunca havia demorado para voltar, como aconteceu no domingo. 

Imagens de câmeras de monitoramento mostraram a menina passando em direção à padaria às 9h29 e voltando pelo mesmo caminho às 9h34, com um pacote na mão. No entando, depois disso, a adolescente não foi mais vista.

Ao receberem a notícia da morte da estudante, o casal se desesperou. Imagens registradas pela TV Anhanguera mostram o pai e mãe no local do crime, abraçados e chorando. Um dia antes do corpo ser localizado, a mãe da adolescente reforçou que tinha a esperança de encontrá-la viva. 

"Eu só desejo Justiça. Não pode chamar de gente ou ser humano uma pessoa dessas", disse, aos prantos, o pai de Luana, em entrevista ao telejornal JA 1º edição

Fonte: Redação Terra
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