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Malafaia critica ausência de governadores em ato pró-Bolsonaro: "Estão com medo do STF"

4 ago 2025 - 10h55
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O pastor Silas Malafaia usou o palanque montado na Avenida Paulista, neste domingo (3), para atacar a ausência de líderes políticos ligados à direita em manifestação convocada por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O pastor Silas Malafaia rebateu governadores ausentes e disse que “não é trouxa” diante das desculpas
O pastor Silas Malafaia rebateu governadores ausentes e disse que “não é trouxa” diante das desculpas
Foto: Reprodução/YouTube/Silas Malafaia / Perfil Brasil

Diante de uma plateia que vestia verde e amarelo, o pastor direcionou críticas a governadores e presidenciáveis que já marcharam ao lado de Bolsonaro, mas não apareceram desta vez. "Cadê aqueles que dizem ser a opção no lugar de Bolsonaro? Cadê eles? Onde é que eles estão? Era pra tá aqui, minha gente", disse.

No mesmo tom, Malafaia reforçou sua leitura da ausência dos aliados. "Vão enganar trouxa! E eu não sou trouxa! Estão com medo do STF, né? Por isso que não chegaram. Arrumaram desculpa, né? Por isso, minha gente, que 2026 é Bolsonaro! Agora você precisa saber".

Faltaram por medo ou por estratégia?

Entre os nomes citados nos bastidores estão os governadores Tarcísio de Freitas (SP), Romeu Zema (MG), Ronaldo Caiado (GO) e Ratinho Júnior (PR), todos cogitados como possíveis candidatos ao Planalto em 2026. Nenhum deles apareceu no ato.

A ausência ocorre em meio à tensão diplomática com os Estados Unidos, agravada por sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e por medidas comerciais que afetam o agronegócio brasileiro. Aliados avaliam que participar de manifestações com tom de confronto direto com o STF poderia representar um desgaste político desnecessário neste momento.

Tarcísio, tido como o mais próximo de Bolsonaro entre os quatro, justificou a falta com um problema de saúde. No mesmo domingo, foi submetido a um procedimento de radioablação por imagem para tratar nódulos na tireoide, no Hospital Albert Einstein. Segundo o governo paulista, ele recebeu alta ainda no mesmo dia, mas optou por manter repouso.

Caiado citou compromissos previamente marcados e defendeu que manifestações políticas neste momento não ajudam nas negociações com os americanos. Ratinho Júnior, por sua vez, estava em agenda pelo interior do Paraná. Zema preferiu não se manifestar publicamente.

Apesar de impedido de participar por ordem judicial, Bolsonaro acompanhou o evento por videochamada ao lado da esposa, Michelle Bolsonaro, que discursou em Belém (PA). O ex-presidente cumpre medidas cautelares impostas por Moraes, que incluem uso de tornozeleira eletrônica, recolhimento noturno e nos fins de semana, além da proibição de participar de eventos públicos.

Enquanto isso, lideranças como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, discursaram para as cerca de 37 mil pessoas reunidas na Paulista, segundo dados do Cebrap e da ONG More in Common.

Perfil Brasil
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