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Invasor que mirou Donald Trump pode pegar prisão perpétua, afirma Justiça dos EUA

Entenda os detalhes da denúncia contra o atirador que interrompeu o jantar da Casa Branca e as falhas de segurança relatadas por testemunhas

27 abr 2026 - 21h15
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O homem que invadiu um jantar de Donald Trump com correspondentes da Casa Branca foi formalmente acusado de tentar matar o presidente dos Estados Unidos nesta segunda-feira (27). O suspeito foi identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, e o crime pelo qual é processado pode resultar em uma sentença de prisão perpétua. De acordo com informações do g1, Allen compareceu à sua primeira audiência em um tribunal de Washington após o ataque ocorrido no último fim de semana. O Departamento de Justiça denunciou o acusado por três crimes graves, incluindo tentativa de assassinato, transporte interestadual de arma de fogo e disparo de arma durante um crime violento.

Atirador detido no chão
Atirador detido no chão
Foto: Reprodução/ Truth Social / Perfil Brasil

Durante o procedimento judicial, a procuradora-geral dos EUA no Distrito de Columbia, Jeanine Pirro, informou que novas acusações devem ser apresentadas conforme o avanço das investigações. Segundo apurações do jornal The New York Times, promotores afirmam que Allen viajou para Washington portando uma espingarda, uma pistola e três facas. O objetivo do agressor seria realizar o que a promotoria classificou como um "assassinato político". As informações foram confirmadas publicamente por Pirro em uma coletiva de imprensa realizada após a audiência. O réu permaneceu calmo diante do juiz, respondendo apenas a perguntas protocolares, sem declarar culpa ou inocência até o momento.

O incidente aconteceu na noite de sábado (25), durante o tradicional evento anual de gala em um hotel de Washington em que Donald Trump estava presente. O jantar foi abruptamente interrompido quando tiros foram ouvidos no salão principal, gerando pânico entre jornalistas e autoridades do alto escalão. O presidente, a primeira-dama Melania Trump e o vice-presidente JD Vance foram retirados às pressas do palco por agentes do Serviço Secreto. Cole Tomas Allen, que é professor e não possuía antecedentes criminais registrados, foi detido imediatamente após os disparos. A polícia ainda trabalha para entender a motivação exata do crime com base em anotações e imagens apreendidas com o suspeito.

Relatos de jornalistas que estavam no local apontam que o esquema de segurança para entrada no evento não foi rigoroso. A equipe da TV Globo presente no hotel afirmou ter passado por apenas uma checagem de segurança antes de acessar o salão. Enquanto as investigações prosseguem, a Justiça determinou a custódia temporária de Allen, negando o pedido de liberdade imediata. Uma nova audiência foi agendada para a próxima quinta-feira (30) para discutir a manutenção da prisão preventiva. O caso pode ser analisado por outras instâncias da Justiça americana devido à gravidade da tentativa de atentado contra o chefe de Estado.

Perfil Brasil
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