Em relação a organização, estrutura e segurança, acredita que o Brasil tem realmente condição de sediar esses eventos?
O Brasil é um país que já recebeu um Pan-Americano, mas acho que os gastos têm que ser mais transparentes. Condições físicas, de lugar geográfico, a gente tem para receber esses grandes eventos. Temos que preparar a população para receber esses grandes eventos, porque acho que vai ser um impacto muito grande. Em 2016, o Brasil será visto com outros olhos. Temos que pensar nesses seis anos até lá, em como capacitar as pessoas com cursos profissionais de línguas, de turismo básico, justamente para preparar a população para um impacto. O Pan-Americano não é nem o começo de um evento como Copa do Mundo e Olimpíada.
Quem admira no meio político?
Ainda existem pessoas que querem melhorar e fazem a diferença. Afinal de contas, temos vários projetos e várias leis que, se não fosse por grandes políticos, a nossa cidade e o nosso País estariam uma bagunça. Admiro que ainda existam pessoas que brigam pelo povo, conseguem fazer leis e projetos que resultam na melhoria da vida da população. Eu gosto muito do Agnelo. Ele está entrando na candidatura para governador e foi um deputado maravilhoso, que criou o Bolsa Atleta, expandiu para o Brasil e criou o Bolsa Atleta nacional. Foi um ministro do esporte maravilhoso também. Tem ainda o (José) Ronemberg, que está brigando pelo Senado e foi um deputado maravilhoso para Brasília.
Por meio do Twitter, a Verônica perguntou qual o seu projeto para frear a ocupação dos comerciantes nas áreas tombadas do Plano Piloto?
Eu acredito que tem de haver consenso entre os comerciantes e os moradores, porque nessas áreas os comerciantes sempre têm resistência. Mesmo que estejam gerando emprego e querendo trabalhar, acho que tem que pensar também naquele morador que paga os impostos dele, que paga o IPTU daquela área para ter sossego, para ter horas de descanso com a família. Acho que nesse caso as duas partes têm que ceder um pouco.