Banida da natação após doping, Rebeca Gusmão quer vaga na Câmara para dar volta por cima


Você vai largar o esporte para se dedicar só à política?
Estou conseguindo conciliar alguns jogos (Rebeca é centroavante de um time de futebol) com a campanha, mas para o futuro vai ser complicado. Se eu for eleita, quero ser uma pessoa dedicada, então, vou ter que abrir mão do esporte para fazer esporte por outras pessoas.

Por que decidiu se filiar ao PCdoB?
O PCdoB sempre foi um partido que incentiva jovens a se candidatarem, é um partido que apoia o esporte. Tivemos o Agnelo (Queiroz) como ministro do Esporte quando ele era do partido e o Orlando (Silva), atual ministro do Esporte, também é do PCdoB. É um partido que a gente vê que briga e luta pelo esporte.

Como tem se preparado para entrar na política?
Estamos todos os dias com um grupo distribuindo panfletos nas ruas, visitando os lugares, conversando com a população para saber o que precisa ser melhorado, do que são mais carentes, do que sentem falta. Para sabermos o que é necessário, tem que estar perto, estar vivendo.

Rebeca Gusmão comemora a vitória na prova dos 50 m livre no Pan-Americano do Rio, em 2007 / Crédito: Valterci Santos/Gazeta do Povo/Futura Press
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