Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Homem é condenado a mais de 34 anos de prisão por estupro de vulnerável e exploração sexual infantil em São Sepé

Réu foi denunciado pelo Ministério Público por abusar de vítima de 12 anos e produzir material pornográfico envolvendo 14 crianças e adolescentes

29 ago 2026 - 11h44
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
A Justiça condenou um homem a 34 anos e 6 meses de prisão em São Sepé (RS) por estupro de vulnerável, aliciamento e produção e armazenamento de pornografia infantil. Ele abusou de uma menina de 12 anos entre 2017 e 2018, atraída por ofertas em redes sociais, registrando os atos em fotos e vídeos. A perícia revelou que o condenado também catalogou material pornográfico envolvendo outras 14 vítimas, com idades de 10 a 15 anos. A denúncia foi conduzida pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Um homem foi condenado pela Justiça a 34 anos e 6 meses de reclusão em regime inicial fechado, além do pagamento de multa, por crimes de estupro de vulnerável, produção e armazenamento de pornografia infantojuvenil e aliciamento e assédio de menores para atos sexuais. A sentença atende a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) na Comarca de São Sepé, na Região Central do Estado.

Foto: Freepik / ilustrativa / Porto Alegre 24 horas

De acordo com os autos do processo, os atos de estupro de vulnerável foram cometidos em pelo menos cinco ocasiões entre os anos de 2017 e 2018 contra uma vítima que tinha 12 anos à época. O condenado utilizava redes sociais e aplicativos de mensagens para atrair e aliciar a menina com ofertas de dinheiro e roupas.

Durante os abusos, o agressor filmava e fotografava as práticas criminosas, armazenando o material digital em seu computador. As perícias e investigações revelaram ainda que o homem produziu e catalogou conteúdos pornográficos envolvendo outras 14 crianças e adolescentes, com idades entre 10 e 15 anos.

A acusação foi conduzida pelos promotores de Justiça Guilherme Barboza e Guilherme Guerra, que destacaram o papel da sentença como uma resposta judicial contundente diante da gravidade dos atos que impactaram a comunidade local e reforçaram que crimes de exploração e violência contra crianças e jovens serão exemplarmente punidos.

Porto Alegre 24 horas
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra