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Homem cola o olho por engano em Minas Gerais

O caso aconteceu em Paracatu (MG); após colar a pálpebra acidentalmente, o homem ainda trocou sabonete líquido por álcool no banheiro do hospital

17 jul 2026 - 14h31
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Colírio ou cola instantânea? Uma sequência inacreditável de distrações levou um homem de 50 anos a passar por apuros médicos em Paracatu, região noroeste de Minas Gerais. O morador da cidade acabou com a pálpebra direita totalmente selada ao confundir cola instantânea com colírio.

Homem confunde cola instantâneas
Homem confunde cola instantâneas
Foto: Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images / Perfil Brasil

A princípio, o hábito de carregar os dois frascos muito parecidos no mesmo bolso originou o grave descuido. Ao tentar lubrificar a vista, ele pegou a embalagem errada e aplicou o adesivo químico diretamente no globo ocular. Diante desse cenário de dor e desespero, o paciente buscou socorro imediato no Hospital Municipal da cidade.

O segundo erro dentro do hospital

Depois de confundir o colírio por falta de atenção, a ida ao hospital reservou mais uma surpresa desagradável para a vítima. Enquanto aguardava a triagem médica na recepção da unidade de saúde, o homem decidiu ir ao banheiro para higienizar a face.

Ele avistou um dispenser na parede e, acreditando tratar-se de sabonete líquido, pressionou a válvula e esfregou o produto sobre a pele sensibilizada. Na verdade, o recipiente continha álcool, o que provocou ardência imediata e piorou o desconforto no rosto do paciente.

Atendimento rápido e sumiço após a alta

Apesar da sucessão de erros cometidos pela vítima, a equipe médica do pronto-socorro agiu rápido. Os profissionais de saúde realizaram os procedimentos de lavagem e conseguiram remover com segurança toda a cola aderida às pálpebras do paciente, preservando a sua integridade ocular.

A Prefeitura de Paracatu confirmou as informações e detalhou os desdobramentos do caso:

  • Alta médica: O paciente foi liberado no mesmo dia para terminar a recuperação na segurança de seu lar.

  • Recomendação clínica: Os médicos orientaram o retorno obrigatório ao ambulatório após 14 dias para uma reavaliação oftalmológica completa.

  • Ausência: Até o fechamento desta reportagem, o homem não compareceu à consulta de retorno agendada.

Especialistas alertam que guardar substâncias químicas nocivas ao lado de medicamentos de uso diário representa um risco altíssimo à saúde, principalmente para pessoas que possuem dificuldades visuais.

Perfil Brasil
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