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Estudantes criam 'ranking sexual' em instituto federal no RS; polícia investiga

Ao menos seis vítimas já procuraram a Polícia Civil para registrar o crime

25 mar 2026 - 15h00
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Fachada do Instituto Federal Sul-rio-grandense, campus Pelotas
Fachada do Instituto Federal Sul-rio-grandense, campus Pelotas
Foto: Divulgação/IFSul

Oito alunos do Instituto Federal Sul-rio-grandense (IFSul) do campus Pelotas foram afastados após serem identificados como os responsáveis pela criação de um 'ranking sexual' com fotos de alunas da instituição.

O caso veio à tona depois que a família de uma das vítimas resolveu procurar a escola e a Polícia Civil para registrar o crime. A lista com 30 alunas teria começado a circular entre os estudantes no último sábado, 21, em aplicativos de conversa. 

Por meio de fotos não autorizadas, os estudantes classificavam as vítimas em um 'ranking sexual', com comentários ofensivos e depreciativos. Os alunos afastados têm entre 15 e 16 anos e ainda não foram ouvidos formalmente. 

Ao Terra, a delegada Lisiane Mattarredona afirmou que ao menos seis vítimas já procuraram a polícia e já foi instaurado um procedimento de adolescente infrator contra os oito adolescentes que são acusados.

"O crime foi capitulado como cyberbullying, com pensa de dois a quatro anos. Esses jovens respondem por ato infracional, eles já têm responsabilidade criminal, não como crime, mas como ato infracional", disse.

Ainda segundo a delegada, os menores afastados da instituição serão interrogados. No momento, a polícia está reunindo os elementos ouvindo familiares das vítimas por meio das oitivas de tetemunhas.

Em nota, o IFSul informou que identificou os autores do crime e que realizou reuniões com os responsáveis dos estudantes. Além disso, foi adotada uma medida cautelar de afastamento por tempo indeterminado dos estudantes envolvidos e vítimas estão recebendo acolhimento por meio de atendimento interdisciplinar. 

"O IFSul reafirma que situações como esta são tratadas com a máxima seriedade, responsabilidade institucional e respeito às pessoas envolvidas, assegurando direito ao contraditório e a ampla defesa e reafirmando seu compromisso com o enfrentamento ao assédio e às violências por meio de ações não apenas de caráter disciplinar, mas também educativo, preventivo e formativo", acrescentou.

Fonte: Portal Terra
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