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Entenda o que é a leucemia, câncer que provocou a morte da jornalista Cristiane Daciolo

A esposa do ex-candidato à presidência Cabo Daciolo foi diagnosticada em 2018 e chegou a receber um transplante de medula óssea

30 ago 2023 - 19h33
(atualizado às 19h36)
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A morte da jornalista Cristiane Daciolo, casada com o ex-deputado federal Cabo Daciolo - candidato à Presidência da República em 2018 - surpreendeu amigos e familiares na terça-feira (29). Ela tinha 52 anos de idade e estava passando por um tratamento para leucemia, segundo informações do jornal O Globo. Em 2019, chegou a receber um transplante de medula óssea doada pelo irmão.

Aos 52 anos, Cristiane deixa o marido e três filhos.
Aos 52 anos, Cristiane deixa o marido e três filhos.
Foto: Reprodução/Instagram / Perfil Brasil
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A leucemia é um tipo de câncer caracterizado pela produção descontrolada de células sanguíneas, que ocorre quando a medula óssea começa a gerar células imaturas e anormais. Estas passam, então, a tomar o lugar das outras células sanguíneas na medula, no sangue e no sistema linfático.

Em sua fase inicial, a doença não costuma apresentar sintomas marcantes. Em estágios mais avançados, contudo, o paciente pode notar manchar roxas pelo corpo - similares a hematomas de pancadas - e sangramentos. Outros possíveis sinais são:

  • Pequenos pontos vermelhos que aparecem na pele por causa de sangramentos
  • Anemia
  • Infecções recorrentes
  • Febre
  • Perda de apetite
  • Inchaço dos gânglios linfáticos

Existem quatro tipos de leucemia que se distinguem conforme a origem da célula - mieloide ou linfoide - e a intensidade de proliferação: quando progride de forma lenta, é considerada crônica, e quando avança de forma rápida, é aguda.

A leucemia linfoide crônica (LLC) costuma acometer pacientes acima de 55 anos; a linfoide aguda (LLA) prevalece em crianças, embora possa atingir adultos; a mieloide crônica (LMC) é mais comum em adultos; e a mieloide aguda (LMA) pode ocorrer em crianças e adultos, mas é observada mais frequentemente em idosos.

Diagnóstico e tratamento

Os primeiros indicativos da doença podem ser identificados em um exame de sangue simples, mas cabe ao médico encaminhar para um hematologista. Para confirmar o diagnóstico, é necessário um exame da medula óssea, chamado de mielograma - em que se retira sangue de dentro do osso para analisar as células mais de perto. Em alguns casos, é feita a biópsia da medula óssea.

O tratamento é individualizado de acordo com o perfil clínico do paciente, bem como o estágio da leucemia. Há tratamentos medicamentosos e, dependendo do caso, é feita a associação dos remédios a ciclos de quimioterapia.

Perfil Brasil
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