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SP reforça segurança para as manifestações de 1º de maio

Ex-presidente Lula participa de evento no Pacaembu e bolsonaristas organizam ato em defesa de Daniel Silveira na Avenida Paulista

30 abr 2022 17h50
| atualizado em 1/5/2022 às 07h44
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As forças de policiamento do Estado de São Paulo prepararam um esquema especial, com efetivo de 840 policiais, para garantir a segurança nas manifestações previstas para este domingo, 1º. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o objetivo é "proteger as pessoas, preservar patrimônios e garantir o direito de ir e vir, bem como o de livre participação nos atos e a fluidez no trânsito". 

Neste Dia do Trabalho, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará em um evento organizado pelas centrais sindicais na Praça Charles Miller, no Pacaembu, a partir das 10h. A três quilômetros dali, na Avenida Paulista, apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) se reunirão em defesa do perdão ao deputado Daniel Silveira(PTB). O presidente não confirmou presença, mas Silveira é esperado. 

Vista aérea parcial da Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo
Vista aérea parcial da Avenida Paulista, região central da cidade de São Paulo
Foto: Tiago Queiroz / Estadão

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública deixa claro que o policiamento será intensificado nos locais e nas imediações das estações de metrô, com revista pessoal e vistoria em mochilas, para evitar o porte de objetos perigosos. Para isso, "serão mobilizados PMs de batalhões territoriais e especializados, com apoio de 128 viaturas, dois caminhões blindados ('guardião'), veículos lançadores de água, cinco cães, 20 cavalos e dois drones", informa a SSP.

Participam da operação equipes dos Comandos de Policiamento da Capital (CPC), de Trânsito (CPTran), de Choque (CPChq), do Corpo de Bombeiros (CCB), além do CavPM, com um helicóptero Águia. Haverá também mediadores da PM, com coletes azuis, para facilitar a comunicação com os manifestantes. Além disso, todas as ações serão monitoradas com câmeras fixas, móveis, motolink e bodycams.

Estadão
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