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Após virar senador, Romário mira prefeitura do Rio

Romário é a aposta de sua legenda para a sucessão de Eduardo Paes (PMDB), que vai encerrar seu segundo mandato dentro de dois anos

6 out 2014 - 09h00
(atualizado às 10h08)
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Eleito com 63% dos votos válidos (mais de 4,6 milhões de votos), o novo senador pelo Rio de Janeiro, Romário (PSB), está de olho mesmo é nas eleições de 2016.

Candidato ao Senado pelo Rio, Romário votou ao lado da filha Ivy
Candidato ao Senado pelo Rio, Romário votou ao lado da filha Ivy
Foto: Facebook / Divulgação

O combativo congressista, que marcou duro - algo que não fazia quando era jogador - os gastos dos governos com obras da Copa do Mundo, nos desmandos da CBF, está de olho na prefeitura do Rio.

Segundo apurou o Terra, Romário é a aposta de sua legenda para a sucessão de Eduardo Paes (PMDB), que vai encerrar seu segundo mandato dentro de dois anos. O ex-atacante da seleção brasileira já tinha sido lembrado para o cargo nas eleições de 2012, mas preferiu esperar, ganhar experiência na Câmara dos Deputados, saber como funcionam as coisas na política para só depois se aventurar no seu primeiro cargo executivo. 

Até 2016, vai olhar com lupa o trabalho de Paes e do Ministério dos Esportes e promete ser um marcador ainda mais implacável do que foi como atacante nos seus tempos de jogador.

Polêmico, Romário fez uma campanha para Senador longe da imprensa. Divulgou pouco sua agenda, praticamente não deu entrevistas, mas foi a campo, andou por quase todo o Estado e quase sempre acompanhado de um futuro colega de Senado: Lindberg Farias, do PT, que ganhou seu apoio na corrida ao governo do Estado.

O ex-jogador viu ainda que conseguiu bater nas urnas uma velha raposa da política fluminense, o ex-prefeito Cesar Maia (DEM), por mais de 3 milhões de votos. Mas, por outro, foi incapaz de transferir votos para o amigo Lindberg, quarto colocado nas urnas.

Por outro lado, depois da morte de Eduardo Campos, o novo senador pelo Rio de Janeiro demorou a assumir seu apoio à candidatura de Marina Silva (PSB) à presidência.

Aliado na campanha, Lindberg vai ser também um aliado para entender bem o funcionamento da Câmara Alta do Congresso. A afinidade entre os dois começa com a luta pelas crianças com doenças raras (os dois têm filhos com síndrome de Down) e se ampliou com longas conversas durante as viagens de campanha. Romário disse que quer dar exemplo. 

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Fonte: Terra
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