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Madonna aderiu ao movimento 'Ele Não' em 2018; relembre posicionamento da artista

Na época, norte-americana a liberdade, a cultura e o direito de ser quem é; saiba mais sobre o assunto

23 out 2026 - 12h24
(atualizado às 12h45)
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Resumo
Em setembro de 2018, Madonna aderiu à campanha #EleNão contra Jair Bolsonaro, então líder nas pesquisas presidenciais. Pelas redes sociais, a cantora publicou uma foto com a boca amordaçada pela palavra "liberdade", criticando a opressão feminina na véspera de protestos no Brasil e no exterior. A manifestação da artista coincidiu com a alta rejeição ao candidato entre as mulheres, grupo que representava 52% do eleitorado nacional e demonstrava forte insatisfação política naquele pleito.
Postagem de Madonna em 2018
Postagem de Madonna em 2018
Foto: Reprodução Instagram | @Madonna

A cantora norte-americana Madonna declarou oficialmente apoio ao candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entretanto, esta não foi a primeira vez que a artista se posicionou sobre as Eleições no Brasil.

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Em 28 de setembro de 2018, Madonna aderiu oficialmente à campanha #EleNão. A manifestação pública ocorreu por meio das redes sociais da cantora, com críticas diretas à candidatura de Jair Bolsonaro, filiado na época ao PSL e, até então, líder nas pesquisas de intenção de voto daquela corrida presidencial.

O protesto foi compartilhado por meio do recurso stories do Instagram. Na imagem divulgada, a artista aparecia com uma fita colada sobre a boca contendo a palavra em inglês "Freedom", traduzida como "Liberdade".

A postagem foi acompanhada pelos dizeres: "#EleNão vai nos desvalorizar", "#EleNão vai nos oprimir" e "#EleNão vai nos calar".

Contexto político

Madonna, cantora
Madonna, cantora
Foto: @instagram

A manifestação virtual da artista ocorreu na véspera de uma série de passeatas convocadas para o sábado seguinte. Os atos foram organizados em capitais do Brasil e em cidades do exterior, como eventos registrados nos Estados Unidos e na Argentina.

O contingente feminino representava 52% de todo o eleitorado apto a votar no pleito nacional daquele ano, fator apontado por analistas como decisivo para a definição da disputa.

De acordo com apuração do Terra com base em levantamentos da época, o candidato do PSL registrava índice de rejeição de 50% entre o público feminino em pesquisa CNI/Ibope, ao passo que pesquisa do Instituto Locomotiva apontava que 94% das mulheres declaravam descontentamento com a representatividade política.

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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