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Eleições 2026: plano de Augusto Cury prevê semipresidencialismo, gestão da emoção e telemedicina

Proposta registrada no TSE pelo candidato do Avante inclui reforma no SUS, escala 5x2 e limite de mandato no STF

27 ago 2026 - 14h54
(atualizado às 14h54)
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Resumo
O plano de governo de Augusto Cury (Avante) para a presidência em 2026 propõe a transição para o semipresidencialismo e mandato fixo de oito anos no STF. Na saúde, foca na expansão da telemedicina no SUS e na criação de um programa de saúde mental, enquanto a educação prioriza a gestão da emoção nas escolas. Na economia e gestão, o candidato defende a revisão do pacto federativo, o corte de ministérios, a redução de impostos e o apoio a microempresas.
Augusto Cury é candidato a Presidência da República pelo Avante
Augusto Cury é candidato a Presidência da República pelo Avante
Foto: MARINA UEZIMA/AGÊNCIA O DIA / Estadão

O plano de governo do candidato a presidente Escritor Augusto Cury (Avante) para as Eleições 2026 propõe a transição para o semipresidencialismo, a aplicação da gestão da emoção nas escolas e a ampliação da telemedicina no SUS. O documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defende ainda a revisão do pacto federativo para destinar mais recursos aos municípios e o corte da carga tributária ao fim da transição econômica.

Quais são as principais propostas de Augusto Cury para a saúde e a educação?

Na saúde, a proposta registrada no TSE prevê transformar o Brasil em um centro de telemedicina para cobrir cerca de 80% das consultas básicas do SUS e criar um Programa Nacional de Saúde Mental. Na educação, o plano foca em programas permanentes de gestão da emoção para combater ansiedade, depressão e bullying em escolas públicas.

O candidato do Avante propõe também a valorização do corpo docente com formação continuada e remuneração atrelada ao aperfeiçoamento profissional. No Sistema Único de Saúde, o documento prevê o fortalecimento da atenção primária e a digitalização de prontuários integrados entre as redes públicas e privadas.

Quais pontos políticos e institucionais geram debate na proposta?

O plano e as declarações públicas de Augusto Cury defendem a mudança do sistema de governo para o semipresidencialismo, com a criação do cargo de primeiro-ministro. O candidato também propõe o fim da vitaliciedade no Supremo Tribunal Federal (STF), estabelecendo mandatos fixos de oito anos para os ministros da Corte.

Em entrevistas e sabatinas, Augusto Cury defendeu a indicação do governador Tarcísio de Freitas para o cargo de primeiro-ministro e sugeriu a criação de um Ministério da Segurança para o qual convidou o governador Ronaldo Caiado. O candidato do Avante criticou a estrutura do Bolsa Família ao declarar que o programa perpetua a pobreza, embora a legislação atual já conte com a Regra de Proteção para beneficiários que conseguem emprego formal.

O que o plano prevê para a economia e a gestão do Estado?

Para a economia, Augusto Cury defende a revisão do pacto federativo para redistribuir tributos em favor dos municípios, a redução de oito a dez ministérios e o incentivo à transição para a escala de trabalho 5x2. O plano inclui a criação do Semiárido Produtivo e a manutenção dos incentivos da Zona Franca de Manaus.

O plano prevê também o financiamento de 10 milhões de microempresas e o desenvolvimento de plataformas governamentais totalmente digitais para simplificar a prestação de serviços públicos.

O candidato declarou R$ 242,28 milhões em bens à Justiça Eleitoral na disputa de 2026, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (2026).

TerrAI Texto gerado com ajuda de Inteligência Artificial e editado pelo nosso time de jornalistas.
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