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Dilma conta como cão ajudou a combater irregularidades

1 out 2014 20h16
| atualizado em 2/10/2014 às 09h14
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Durante um de seus encontros diários com a imprensa às vésperas da eleição, a presidente Dilma Rousseff explicou, nesta quarta-feira, em Brasília, como a foto de um cachorro ajudou a identificar irregularidades cometidas por uma prefeitura na construção de creches.

Dilma conta história de prefeitura pega em irregularidade:

“Eles (os prefeitos) para receber uma parcela (do dinheiro de financiamento da creche) têm de botar no celular a foto da construção. Eu não se se vocês conhecem uma história que é muito interessante: nós estávamos lá controlando a construção de uma determinada creche, o prefeito este tinha três creches, não vou dizer quem é, óbvio. E nós vimos que um certo cachorro aparecia na foto das três creches, donde a foto em questão não era das três creches, era de uma creche só que ele estava prestando conta”, disse a presidente, provocando risos entre os jornalistas que ouviam o relato.

Dilma afirmou que em 2010 assumiu o que chamou de 13 pontos de seu governo, entre os quais estava o compromisso de construir 6 mil creches, investimento que não era considerado de responsabilidade do governo federal. “Tradicionalmente, o governo federal não investiu em creches, porque era algo visto como tarefa, função das prefeituras”, explicou.

<p>Dilma disse que faz gargarejos para curar a rouquidão.</p>
Dilma disse que faz gargarejos para curar a rouquidão.
Foto: Daniel Favero / Terra

A presidente relatou que seu governo entregou 2.052 creches, 4.055 estão em construção, outras 1.938 são oriundas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu antecessor, e mais 2.283 foram solicitadas pelos prefeitos. “Iniciamos uma grande revolução”, afirmou.

Ao final da entrevista, Dilma disse que faz gargarejos para lutar contra a falta de voz. “Se eu falar baixo eu consigo falar... quem não escutar eu repito”, falou. Ela já usou da mesma justificativa para se esquivar da insistência de jornalistas que indagavam sobre o uso dos Correios nas eleições. 

Fonte: Terra
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