Caiado diz que Flávio 'não tem estatura moral' para a Presidência e que Lula 'assalta' os cofres públicos
Candidato do PSD cobra explicações de Flávio Bolsonaro e relembra denúncia contra Lula
O candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou, em entrevista após o debate presidencial da Band neste domingo, que o senador Flávio Bolsonaro (PL) “não tem estatura moral” para ocupar a Presidência da República. Para Caiado, a ausência do candidato no debate demonstra que ele não teria respostas para questionamentos sobre sua trajetória política.
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“Ele claramente não tem estatura moral para ser Presidente da República. A cadeira da Presidência exige que a pessoa tenha autoridade moral para mudar o Brasil”, afirmou.
Caiado disse que sua crítica não representa um ataque a Flávio, mas uma cobrança para que o senador explique denúncias e questionamentos relacionados à sua trajetória. “Não é questão de ataque, é uma questão de cobrança de explicação de tudo aquilo que ele está sendo denunciado. Isso é um fato”, declarou.
O ex-governador de Goiás também defendeu a necessidade de superar a polarização política no país. “É a eleição mais importante da história do Brasil. Se você continuar com a polarização, você nunca vai ter maioria no Congresso Nacional. Você não avança em nada. Isso é uma doença. Sem dúvida nenhuma, eu quero pacificar o País”, afirmou.
Críticas a Lula
Caiado também aproveitou para relembrar uma denúncia que, de acordo com ele, fez contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 1989. O candidato afirmou ter sido o primeiro a denunciar, naquele ano, um esquema que posteriormente teria sido relacionado ao financiamento da campanha de Lula.
“Fui o primeiro a denunciar, aqui no Recita Band, o escândalo da Lubeca, contra o Lula, em 1989. Depois, o próprio Estadão escreveu uma matéria dizendo que denunciei o primeiro escândalo de mensalão, no caso da Lubeca”, continuou.
De acordo com Caiado, anos depois teria ficado esclarecido que a campanha de Lula teria sido financiada com propina paga pela empreiteira. O candidato também acusou o petista de utilizar recursos públicos em benefício próprio.
“Este homem continua assaltando os cofres públicos e continua um processo de interesse pessoal dele”, concluiu.
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