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Ecologia no Enem: tudo o que você precisa saber sobre relações ecológicas

Um pequeno resumo sobre biosferas, biomas, ecossistemas - e todas as relações ecológicas que ditam a convivência na Terra

8 nov 2023 - 17h40
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Todos os seres vivos do planeta mantém íntima relação com o ambiente em que vivem. É dele que retiram os recursos para sobreviver - como água, energia e nutrientes. E é nele que desenvolvem diferentes relações com outros seres vivos. Preparamos aqui um resumo com as mais importantes relações ecológicas que você precisa conhecer para a prova do Enem e de outros vestibulares.

Foto: Canva/Guia do Estudante / Guia do Estudante

Mas, antes, anote os conceitos que explicam onde essas relações acontecem. São eles a biosfera, os biomas e os ecossistemas, os hábitats e o nicho ecológico.

+ Ecologia: Conceitos principais

1. Biosfera:

É a parte da Terra em que a vida se desenvolve, ou seja, o conjunto de todos os biomas do planeta. A biosfera é dividida em três partes: epinociclo (biomas terrestres), talassociclo (biomas marinhos) e limnociclo (biomas de água doce).

2. Ecossistema:

Conjunto formado pela comunidade (biocenose) e as partes não biológicas (biótopo) - como clima e acidentes geográficos - de uma região. No bioma Floresta Amazônica, por exemplo, rios e igarapés podem formar um ecossistema.

3. Biomas:

Conjunto dos ecossistemas que abrigam uma comunidade adaptada às condições naturais de uma região. Um bioma é geralmente caracterizado por um tipo predominante de vegetação, mas pode apresentar variedade de fauna. O Brasil tem seis grandes biomas. São eles:

Floresta Amazônica: predomínio de floresta tropical úmida, com árvores altas e densa rede hidrográfica.

Pantanal Mato-Grossense: Planície inundável com vegetação que diversifica entre áreas alagadas e não-alagadas.

Cerrado: dominam pequenos arbustos, árvores retorcidas e gramíneas num solo deficiente de nutrientes.

Pampas: campos de vegetação aberta e de pequeno porte, com pouca variedade de espécies.

Mata Atlântica: mata tropical de clima quente e úmido, com vegetação de grande diversidade.

Caatinga: vegetação típica e vegetações semiáridas, com perda de folhas na estação seca.

4. Hábitat:

Um ecossistema pode englobar diversos hábitats - áreas onde vivem determinadas espécies. Os peixes da Floresta Amazônica e a vitória régia dividem como hábitat alguns lagos e rios.

5. Nicho ecológico:

É o modo como uma determinada usa os recursos de um ecossistema e o papel que essa espécie desempenha nele, principalmente na teia alimentar. Na mata ciliar, a capivara e o jacaré dividem o hábitat - mas não o nicho ecológico. Na teia alimentar, a mata é um ser produtor, a capivara, que é herbívora, é um consumidor primário, e o jacaré, que é carnívoro e se alimenta de capivaras, um consumidor secundário.

+ Vídeos retratam a diversidade dos 6 Biomas Brasileiros

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Foto: Guia do Estudante/Divulgação / Guia do Estudante

Agora vamos às diferentes relações ecológicas.

1. Parasitismo:

Relação na qual uma espécie vive à custa de outra, prejudicando-a, mas sem matá-la. Os vermes são parasitas que habitam o intestino de um animal hospedeiro, como um ser humano ou uma capivara.

2. Mutualismo:

Ambas as espécies se beneficiam e dependem uma da outra para sobreviver. Os líquens, por exemplo, são associações desse tipo, entre algas e fungos. As algas cedem aos fungos compostos orgânicos e, em troca, recebem proteção, minerais e nitrogênio.

3. Cooperação:

Ambas as espécies se beneficiam da relação, mas nenhuma depende dela para sobreviver. É o que ocorre com alguns tipos de inseto, por exemplo, como as abelhas, que, ao se alimentar do néctar das flores, promovem sua polinização.

4. Predatismo:

Relação em que uma espécie mata a outra para se alimentar. A onça é um predador e a capivara, uma presa.

5. Amensalismo:

Relação entre duas espécies em que uma prejudica a outra para tentar vencer a competição por recursos do ambiente em que estão inseridas. As plantas de algumas raízes, por exemplo, inibem o germinação de raízes de outras vegetais.

6. Comensalismo:

É a relação em que uma espécie se beneficia da outra, para alimentação, sem lhe causar mal. O urubu é comensal do jacaré porque se alimenta dos restos dos animais predados por ele.

7. Inquilinismo:

Nessa relação, uma espécie se beneficia da outra para proteção ou suporte, sem prejudicá-la nem beneficiá-la. A bromélia, por exemplo, mantem esse tipo de relação com as árvores em que se apoia.

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