Após "paralização", Weintraub escreve "imprecionante"

Ministro da Educação voltou a cometer erro de ortografia, desta vez em resposta a post de Eduardo Bolsonaro

8 jan 2020
22h10
atualizado às 22h15
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O ministro da Educação, Abraham Weintraub
O ministro da Educação, Abraham Weintraub
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil / Estadão Conteúdo

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, voltou a cometer um erro de ortografia e escreveu nas redes sociais "imprecionante" em vez de "impressionante". A palavra foi usada nesta quarta-feira, em resposta no Twitter ao deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Eles tratavam sobre investimento do governo em pesquisas sobre segurança pública.

"Caro @BolsonaroSP, agradeço seu apoio. Mais imprecionante (sic): Não havia a área de pesquisa em Segurança Pública. Agora, pesquisadores em mestrados, doutorados e pós doutorados poderão receber bolsas para pesquisar temas, como o mencionado por ti, que gerem redução da criminalidade.", escreveu Weintraub, que apagou a mensagem minutos depois da publicação.

Publicação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, com erro de ortografia
Publicação do ministro da Educação, Abraham Weintraub, com erro de ortografia
Foto: Reprodução/Twitter / Estadão Conteúdo

Em agosto, o Estadão revelou que Weintraub assinou ofício, endereçado ao ministro da Economia, Paulo Guedes, em que a palavra "paralisação" foi duas vezes escrita com "z". "Minha responsabilidade. Não escrevi, mas li e deixei passar (...). Erros acontecem", justificou o ministro após a publicação da reportagem.

O ministro Weintraub e o ministro da Justiça, Sérgio Moro, anunciaram nesta quarta, 8, que o governo investirá 10,1 milhões em bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado para pesquisas na área de segurança pública.

Do total, R$ 6 milhões do financiamento virão de recursos da Secretaria Nacional de Segurança Pública, R$ 2,1 milhões da Polícia Federal e R$ 2 milhões da Capes, de acordo com o MEC. Os valores já estão garantidos no orçamento desses órgãos, afirmou o presidente da Capes, Anderson Correia. O edital será lançado em 15 dias e a seleção vai ser feita por consultores da instituição.

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Estadão
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