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Dorme menos de 6 horas? Estudo revela riscos graves para 20% dos brasileiros

Levantamento do Ministério da Saúde aponta que 20% dos brasileiros dormem menos de 6 horas, elevando riscos de doenças

30 mar 2026 - 12h24
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Dormir bem deixou de ser apenas uma recomendação médica para se tornar um desafio real para milhões de cidadãos no Brasil. Dados recentes do sistema Vigitel, levantamento oficial do Ministério da Saúde, indicam que cerca de 20% da população adulta repousa menos de seis horas por noite. O estudo inédito sobre o padrão de sono no país revela ainda que 31,7% dos brasileiros apresentam sintomas claros de insônia, como a dificuldade persistente para iniciar ou manter o descanso.

Novo estudo do Ministério da Saúde mostra que 20% dos brasileiros precisam dormir por mais tempo. Entenda
Novo estudo do Ministério da Saúde mostra que 20% dos brasileiros precisam dormir por mais tempo. Entenda
Foto: Canva Fotos / Perfil Brasil

A privação de sono impacta diretamente o funcionamento do organismo e compromete a saúde física e mental de forma profunda. Os efeitos imediatos mais comuns incluem irritabilidade excessiva, queda drástica na produtividade e aumento dos níveis de ansiedade no cotidiano. Especialistas alertam que o cansaço acumulado não é apenas um incômodo passageiro, mas um sinal de que o corpo está operando abaixo de sua capacidade vital de recuperação.

Dormir mal acarreta doenças

A falta de descanso adequado torna o indivíduo muito mais vulnerável ao desenvolvimento de doenças crônicas graves ao longo do tempo. Entre as principais complicações associadas ao sono insuficiente estão a hipertensão arterial, o diabetes tipo 2 e diversos problemas cardiovasculares. Além disso, a saúde mental sofre danos severos, elevando consideravelmente o risco de episódios depressivos e distúrbios metabólicos que podem levar à obesidade.

No campo cognitivo, dormir pouco provoca falhas frequentes de memória, dificuldade extrema de foco e um risco elevado para o desenvolvimento precoce de demências. O descanso atua como um pilar essencial da saúde, sendo o momento em que o cérebro processa informações e realiza uma espécie de limpeza de resíduos metabólicos. Sem esse processo, o desgaste cerebral se acelera, prejudicando o raciocínio lógico e a tomada de decisões simples.

Estilo de vida e horas de sono

Os dados do Ministério da Saúde sugerem que a baixa qualidade do sono está diretamente ligada ao estilo de vida acelerado e ao excesso de estímulos digitais antes de deitar. O estresse constante e as jornadas de trabalho extensas contribuem para a chamada síndrome do sono insuficiente, que já é considerada uma condição crônica global. O cenário brasileiro acompanha uma tendência mundial de redução nas horas de repouso devido à onipresença de telas e redes sociais.

Para garantir a manutenção plena das funções vitais, especialistas recomendam que adultos mantenham uma média entre 7 e 9 horas de sono por noite. Atualmente, a média nacional permanece perigosamente abaixo desse patamar ideal, o que ajuda a explicar o avanço de problemas de saúde pública relacionados ao descanso. Estabelecer uma rotina de higiene do sono e desconectar-se de aparelhos eletrônicos uma hora antes de dormir são passos fundamentais para reverter esse quadro em 2026.

Perfil Brasil
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