Descubra quem é o homem que comanda o tráfico e espancou jovem até a morte no RJ
Bruno da Silva Loureiro, conhecido como 'Coronel', é o chefe do tráfico na comunidade do Muquiço e o principal suspeito de espancar jovem até a morte
Na madrugada de domingo (17/08), Sther Barroso, de apenas 22 anos, foi encontrada morta na porta de sua casa, após ser sequestrada e torturada durante um baile funk na comunidade da Coreia, em Senador Camará, no Rio de Janeiro.
De acordo com relatos de familiares e testemunhas, a jovem teria se recusado a sair com o chefe do tráfico, Bruno da Silva Loureiro, conhecido como "Coronel", e essa negativa teria sido o principal motivo do crime. Mas afinal, quem é ele?
Conheça o "Comandante"
Segundo a família de Sther, Bruno foi o responsável pela morte da jovem. Seu corpo foi achado completamente destrúido e o caso segue em investigação.
O chefe do tráfico da comunidade do Muquifo, possui 12 mandados de prisão pelos crimes de organização criminosa, homicídio qualificado e associação ao tráfico. Com base em informações da polícia, Bruno também é responsável por comandar o desaparecimento de vítimas e ocultação de cadáver.
No ano de 2019, traficantes da comunidade atacaram homens do Exército Brasileiro. Duas viaturas blindadas foram alvos dos criminosos locais e o ataque, segundo investigações da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, teria sido cometido a pedido de "Coronel".
Relembre o crime
Segundo relatos de familiares e testemunhas, Sther teria se recusado a sair com o traficante Bruno da Silva Loureiro, conhecido como "Coronel", apontado como chefe do tráfico no Muquiço, e essa negativa teria motivado a violência.
Durante o evento, o criminoso exigiu que Sther o acompanhasse, mas diante da recusa, ela foi submetida a agressões cruéis, segundo informações do portal iG. O corpo apresentava marcas de espancamento e o rosto estava desfigurado, indicando a brutalidade dos ataques. O Instituto Médico Legal confirmou que a jovem também sofreu abuso sexual antes de ser assassinada.
A população local vive sob constante medo. Muitos moradores relatam que a imposição de traficantes em bailes funks é frequente, com mulheres sendo alvo de ameaças e coerção. O caso de Sther escancara a vulnerabilidade das jovens diante do poder paralelo exercido por criminosos nas comunidades.