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Cura do câncer está vindo? Mulher diagnosticada em fase terminal já vive há 14 anos

Jocy é exemplo de paciente que encontrou em estudos clínicos a chance de seguir vivendo com qualidade após o diagnóstico de câncer metastático

6 ago 2025 - 12h39
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Jocy Silva
Jocy Silva
Foto: Reprodução/ Instagram / Contigo

A costureira Jocy Silva, de 41 anos, descobriu que faria parte de uma pesquisa clínica quando sua médica propôs um novo tratamento. Com câncer de mama com metástase no pulmão e a filha ainda em fase de amamentação, ela aceitou usar uma nova droga conjugada combinação de quimioterapia com terapia-alvo. Segundo o médico, o tratamento não seria oferecido pelo SUS, mas também não teria custo. Três anos depois, os nódulos praticamente desapareceram. "Se a médica tivesse dito 'pesquisa clínica', talvez eu recusasse, por ignorância. Achei que seria um rato de laboratório. Mas foi a melhor oportunidade da minha vida", conta.

Assim como Jocy, a professora Francisca Iraci, 52, vive há mais de 14 anos sob protocolo experimental. Diagnosticada com câncer de mama em 2011, enfrentou metástase óssea dois anos depois. Aceitou testar uma medicação ainda não aprovada no Brasil, que estabilizou sua doença e permitiu que ela continuasse dançando forró, viajando e aproveitando a vida. "Meu marido foi contra. Hoje ele reconhece que essa chance salvou minha vida."

Francisca foi uma das primeiras brasileiras a receber a terapia-alvo combinada de trastuzumabe e pertuzumab só aprovada no Brasil dois anos depois, e incorporada ao SUS em 2019, com acesso ainda limitado. O oncologista Felipe Cruz, do Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC), explica que o tratamento freou o avanço dos tumores e melhorou os sintomas.

Pesquisas clínicas seguem protocolos rigorosos, aprovados por comitês independentes, e garantem ao paciente acesso gratuito ao melhor tratamento disponível com possibilidade de receber terapias inovadoras. "Todo tratamento usado hoje já foi uma pesquisa clínica", diz Angelo Brito, do A.C.Camargo Cancer Center.

Participar de um estudo pode não significar cura mas pode oferecer tempo, esperança e qualidade de vida.

Como funcionam as pesquisas clínicas e quem pode participar?

Pesquisas clínicas testam novos tratamentos para doenças como o câncer e seguem etapas rigorosas, garantindo segurança e eficácia. Os estudos são gratuitos para os participantes e todos os custos são pagos por patrocinadores.

A entrada pode ser indicada pelo médico ou buscada em plataformas como REBEC e ClinicalTrials.gov. Com a nova lei de 2023, o Brasil tem mais agilidade e segurança para atrair estudos. Participar pode significar acesso a terapias inovadoras e melhora na qualidade de vida.

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