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Cresce o número de microempresas no Brasil

Investir no próprio negócio virou alternativa para fonte de renda durante período de pandemia

6 out 2021 11h01
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O microempreendedorismo é a prática de abrir o próprio negócio com o menor investimento. Nos anos de 2020 e 2021 houve um crescimento considerável nesta categoria, que hoje corresponde a 56,7% dos negócios em território nacional, segundo dados do Mapa de Empresas do Ministério da Economia. 

Foto: GIV Online / DINO

Esses dados ainda dizem que em 2020 cerca de 3,36 milhões de novas empresas surgiram durante a crise causada pela COVID-19, sendo 8,4% microempreendedores, com o total de 19,9 milhões de negócios em funcionamento, em segmentos variados, mas todos com o objetivo de contornar a escassez de emprego. 

Segundo o Instituto Locomotiva, o comportamento do consumidor mudou. O aumento no percentual de empresas transformou não só a economia, mas a maneira de comprar e vender. O e-commerce, por exemplo, cresceu em 75% em 2020, conforme relatório da Mastercard SpendingPulse. 

Para Ricardo Teixeira, coordenador do MBA de Gestão Empresarial da Fundação Getulio Vargas, empreender não é só montar um negócio e depois ficar esperando que os clientes apareçam. No caso dos novos MEIs, virou uma questão de conquistar e fidelizar o público, adotando não só uma boa qualidade no serviço ou produto oferecido, mas uma estratégia de marketing que atraia o cliente e proporcione a ele uma User Experience (UX), experiência do usuário, completa e qualificada. Entre as estratégias para uma boa relação com a marca, existem o Inbound Marketing e o sistema de Unboxing. 

De acordo com o site Academia do Marketing, no Inbound Marketing, as micro, pequenas e médias empresas adotam estratégias para construir um relacionamento com o cliente, oferecendo conteúdos relevantes para só posteriormente oferecer seus produtos e serviços. Por esse motivo, o número de clientes da empresa cresce e o microempreendedor acaba fidelizando seu público. 

Um levantamento do Sebrae constatou que o Instagram, junto ao WhatsApp e Facebook, são as plataformas de redes sociais mais usadas para venda, principalmente através de estratégias como o Unboxing, na qual a pessoa compartilha a experiência de "desembalar um recebido".

"Observando o aumento no segmento dos microempreendedores, o mercado gráfico precisou se atualizar para entregar novas soluções, como no caso dos itens que compõem o Unboxing: os impressos personalizados, para impactar o cliente final", diz o Gerente de Operações da gráfica GIV Online, Felipe Augusto, a respeito das mudanças no mercado empresarial e as adaptações que negócios consolidados fizeram para se encaixar nos novos modelos de vendas.

O aumento no número de MEIs mudou o comportamento do consumidor, como apontado na pesquisa do Instituto Locomotiva, mas aliado a isso, fez com que os empreendedores de todos os portes abrissem portas para a diversificação, já que só vender não é mais o suficiente, como foi mencionado por Ricardo Teixeira. 

"As empresas de todos os ramos, inclusive o gráfico, precisam se adaptar para dar suporte e oferecer melhorias para todos os consumidores que viraram empreendedores, assim, o crescimento é mútuo", conclui Felipe Augusto. 



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https://www.givonline.com.br/
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